segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Nova lâmpada


Nova lâmpada dura 40 anos e poupa até 90% da energia

A empresa norte-americana Firefly está a apresentar ao mercado uma nova solução de iluminação, que pode evitar mudar uma lâmpada durante 40 anos e poupar cerca de 90% da electricidade para iluminar a sua casa.

A nova tecnologia baseia-se num pequeno LED colocado dentro da lâmpada e que se pode substituir sempre que necessário.
A empresa, com sede em Austin, no Texas, fabrica uma gama completa de lâmpadas Smart LED, que podem substituir as lâmpadas tradicionais sem necessidade de acessórios extra, tanto em edifícios residenciais como comerciais. 
Estas novas lâmpadas têm um dissipador de calor à volta da unidade, que remove o calor da lâmpadas e reduz a temperatura em 32%, prolongando a vida da lâmpada.
Para além deste dissipador de calor, a empresa patenteou uma tecnologia que permite uma lâmpada funcional e eficiente, capaz de funcionar apenas a 5% da sua capacidade.
O preço das novas lâmpadas é ligeiramente mais alto que as tradicionais, à volta de €27 (R$70), mas ela paga-se, de acordo com os responsáveis da empresa norte-americana, em apenas alguns meses. Em alguns anos, as poupanças em electricidade serão brutais.

Fonte: greensavers.sapo.pt

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Diagrama de um disco voador da Força Aérea dos EUA

Diagrama de 1950, de um disco voador da Força Aérea dos EUA, é finalmente revelado



O Arquivos Nacionais dos EUA (National Archives) tornaram público um diagrama e detalhes, nunca antes revelados,  de um projeto militar de 1950 chamado de Projeto 1794, o qual consistia numa construção de um disco voador supersônico. O material recém revelado mostra que a Força Aérea dos Estados Unidos tinha um contrato com um companhia canadense, agora extinta, para construir uma aeronave diferente de tudo já construído pelo homem.

De acordo com o documento, o disco voador foi projetado para alcançar uma velocidade entre Mach 3 e Mach 4 (de 3 a 4 vezes a velocidade do som), e subir até 100.000 pés (30.000 metros) de altitude, bem como ter uma autonomia de até 1.000 milhas náuticas (1852 km). Se os projeto tivesse continuado, eles teriam criado um disco voador que poderia descolar verticalmente, usando jatos propulsores para controlar e estabilizar a aeronave. O documento também insinua que o desenvolvimento do produto pareceu estar a correr melhor do que planejado: “o atual projeto irá fornecer um desempenho muito superior ao estimado no começo das negociações contratuais“. O custo do protótipo seria na época de US$ 3.168.000, o que hoje significaria aproximadamente US$ 26 milhões, que não seria tão exorbitante para uma tecnologia avançada.

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