quinta-feira, 21 de março de 2013

Terremoto é detectado do espaço


Terremoto é detectado do espaço por nave europeia


Sons no espaço

Os satélites eram já usados para mapear mudanças na superfície da Terra causadas por terremotos, mas até agora nunca se tinham sentido no espaço as ondas de som de um sismo.Agora, o GOCE - o hiper-sensível satélite de gravidade da ESA - acrescentou um novo item à sua lista de sucessos. Além de ser considerada a nave espacial mais bonita já lançada pelo homem, a sonda foi a responsável pela geração do primeiro mapa da gravidade da Terra. Os tremores de terra criam ondas sísmicas que viajam através do interior da Terra. A novidade é que os grandes terremotos também fazem vibrar a superfície do planeta, como se fosse um tambor. Isto produz ondas sonoras que se deslocam para cima, através da atmosfera. A amplitude dessas ondas muda de centímetros, na superfície da planeta, para quilômetros na alta atmosfera, a altitudes de 200 a 300 quilômetros. Apenas as ondas sonoras de baixa frequência - os infrassons - chegam a estas alturas. Isto causa movimentos verticais que expandem e contraem a atmosfera por aceleração das partículas de ar.

Terremoto detectado no espaço

No dia 11 de março de 2011, 20 mil pessoas morreram pelo terremoto e pelo tsunami que devastaram a costa nordeste do Japão. Novos estudos dos dados do GOCE revelaram agora que o terremoto também foi sentido no espaço. Desde que foi lançado, em 2009, o GOCE tem mapeado a gravidade da Terra com uma precisão inigualável, sendo o satélite de observação de órbita mais baixa: a cerca de 270 quilômetros de altitude, ele atravessa resquícios de atmosfera. tendo inclusive que lidar com a resistência do ar. Para isso, a sonda conta com um motor iônico que compensa instantaneamente qualquer efeito da resistência do ar rarefeito, gerando impulsos cuidadosamente calculados - essas medições são realizadas por acelerômetros muito precisos. Enquanto as medições garantem que o GOCE permanece ultra-estável em sua órbita baixa, de forma a realizar medições inéditas da gravidade da Terra, a densidade atmosférica e os ventos verticais ao longo do seu caminho podem ser inferidos a partir de dados do propulsor e do acelerômetro. Explorando os dados do GOCE ao máximo, os cientistas descobriram que o GOCE detectou as ondas sonoras do terremoto que atingiu o Japão em 2011.


Sismômetro espacial

Quando a sonda espacial passou através das ondas sonoras do terremoto, seus acelerômetros detectaram os deslocamentos verticais da atmosfera de um modo semelhante ao que é feito por um sismômetro na superfície da Terra. Foram observadas também variações na densidade do ar. "Os sismólogos estão muito entusiasmados com esta descoberta, porque eles eram praticamente os únicos pesquisadores das Ciências da Terra que não tinham um instrumento de medida no espaço que fosse comparável aos existentes em terra," disse Raphael Garcia, do Instituto de Investigação em Astrofísica e Planetologia, na França. 

"Com esta nova ferramenta, eles agora podem começar a olhar para o espaço para perceber o que está acontecendo embaixo dos seus pés," concluiu.

Fonte: inovacaotecnologica

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Esferas misteriosas de cor lilás foram encontradas no deserto do Arizona, EUA

Esferas misteriosas de cor lilás foram encontradas no deserto do Arizona, EUA

Estranhas esferas gelatinosas foram encontradas por Geradine Vargas e o seu marido no deserto do Arizona, EUA.  Aliás, o fato é tão incomum que acabou por se transformar da notícia do momento. “Estávamos a tirar fotos ao redor da região e simplesmente… quero dizer, como poderíamos não ter visto isto?” Disse Geradine.  “Estava simplesmente a brilhar no sol.” Milhares de pequenas esferas de tonalidade lilás estavam agrupadas no meio do nada. Elas eram aquosas, algumas translúcidas, e o grupo estava completamente isolado.  Geradine ficou espantada e queria respostas. “Enviamos um e-mail para uma amiga nossa que é zoologista, mas ela não sabia o que era.  Digo, ela não reconheceu o que era.” Então ela enviou fotos das esferas para a estação de televisão KGUN-9, ficando a aguardar respostas. 

O canal de televisão, acabou por se deslocar ao local, de forma a examinar as misteriosas esferas, que ainda se encontravam no local.  Elas eram como bolas de gude, que deixavam escapar líquido quando espremidas. O canal de televisão entrou em contado com Darlene Buhrow, diretora de marketing dos Jardins Botânicos de Tucson, cujo marido é um botânico.  Ele disse que se isso fosse algo que estivesse ocorrido de forma natural, poderia ser fungo ou mofo gelatinoso. Após a reportagem ir para o ar, alguns telespectadores do canal telefonaram a dizer que poderia-se tratar de um produto conhecido como Deco Beads, que são pequenas esferas coloridas cheias de água, para manter as plantas hidratadas. Mas milhares delas, e no meio do deserto? Ninguém sabe ao certo o que são estas esferas, e por agora tudo que se pode constatar é que isso seja um caso extraordinário.



Para assistir o vídeo da reportagem em inglês.

Fonte: kgun9.com

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Investigadores da Universidade de Coimbra estão envolvidos desde 2004 num dos mais importantes projectos internacionais.

A experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura
Desde 2004, que uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) está envolvida no projecto internacional Xenon 1 Tonelada, que tem como objectivo a detecção directa e a caracterização da matéria escura do Universo. Depois de oito anos de trabalho e publicações na «Physical Review Letters», a equipa recebeu a notícia, no final do ano passado, que não iria ter financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para os anos 2014-2016. José Matias Lopes, coordenador dos cinco investigadores do Departamento de Física da UC envolvidos neste projecto, já manifestou o seu descontentamento face a esta situação, até porque, se tudo correr como esperado, em breve a matéria escura será detectada, o que pode dar o Nobel a quem está à frente da investigação, neste caso, Elena Aprile, coordenadora, na Universidade da Columbia, desta investigação internacional. O cientista, citado pelo «Jornal de Notícias», explica que quem avaliou o projecto em nome da FCT não entendeu a maior parte das questões técnicas e não avaliou o mérito da equipa.
Envolvendo 54 investigadores de 14 instituições de nove países, a experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura, com 62 quilogramas de xénon líquido hiper-puro, colocado no laboratório subterrâneo de Gran Sasso, em Itália. O detector está debaixo de 1300 metros de rocha para que a intercacção da radiação cósmica seja drasticamente reduzida. 

Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia


Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia

Maior cometa já visto da Terra

Se o final do ano de 2012 foi pleno de tensão para muitos crentes em catástrofes, 2013 promete não acabar sem sua própria dose de expectativas no ar - ou no espaço. 


Astrônomos descobriram aquele que poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra. O supercometa, chamado ISON - ou C/2012 S1 - foi descoberto em Setembro por Vitali Nevski (Belarus) e Artyom Novichonok (Rússia). Ainda é cedo para determinar sua trajetória com exatidão, o que é necessário para calcular seu brilho aparente. Mas os mais entusiasmados afirmam que o supercometa ISON poderá ser tão brilhante quanto a Lua Cheia, podendo até mesmo ser visível a olho nu. Sua aproximação máxima do Sol ocorrerá no dia 29 de Novembro de 2013, cálculo feito com uma margem de erro de um dia.

Cometa estreante

Os cometas normalmente "se acendem" - começam a reagir ao calor do Sol e refletir sua luz - quando atingem uma distância de 2,5 au (unidades astronômicas, cerca de 375.000.000 de quilômetros). O ISON atingirá essa distância em Agosto de 2013, quando começará a ser observado pelos astrônomos com a ajuda de telescópios. Só então as estimativas sobre o seu brilho real começarão a ser dignas de crédito. Depois de sua aproximação máxima do Sol - pouco mais de 1.000.000 de km - o supercometa terá sua maior aproximação da Terra - algo em torno de 64.500.000 km - no dia 28 de Dezembro. Isso se ele não for destruído ou mesmo se vaporizar inteiramente na sua passagem perto do Sol. Os astrônomos acreditam que o ISON é um cometa estreante, sendo esta sua primeira viagem ao interior do Sistema Solar, provavelmente vindo das profundezas da Nuvem de Oort.

Matéria no buraco negro

Mas o supercometa não será a única atração de fogos de artifícios cósmicos que brindará o término de 2013. Uma nuvem de gás três vezes maior do que a Terra está se aproximando do buraco negro supermaciço que fica no centro da Via Láctea. Como o buraco negro, chamado Sagittarius A*, está a meros 25 anos-luz da Terra, esta será uma oportunidade sem precedentes para que os astrônomos observem o que acontece quando a matéria é absorvida por um buraco negro. Neste caso, porém, o espetáculo não será visto a olho nu porque não deverá emitir radiação na faixa visível ao olho humano - os astrônomos esperam observar tudo no comprimento de onda dos raios X.

inovacaotecnologica.com

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Descoberta de novos exoplanetas nas zonas habitáveis de suas estrelas

Descoberta de novos exoplanetas nas zonas habitáveis de suas estrelas


Voluntários da Universidade de Oxford, fizeram uma nova descoberta de 15 novos exoplanetas que orbitam as zonas habitáveis das suas estrelas.

O número total de planetas em zonas habitáveis é 34, onde a temperatura é a ideal para manter a água no estado líquido. A nova descoberta sugere que possa haver uma gama de todos os tipos de mundos, com habitat diferente do nosso, potenciando o abrigo de vida nessas regiões. “Há uma obsessão [da comunidade astronômica] para encontrar planetas do tamanho da Terra, mas o que estamos a descobrir, com planetas como o PH2 b, é muito mais estranho“, declarou o Dr. Chris Lintott, da Universidade de Oxford.  “Júpiter tem várias grandes luas ricas em água – imagine se arrastássemos aquele sistema para a zona morna confortável, onde a Terra está.  Se tal planeta tivesse luas do tamanho da Terra, não veríamos Europa e Calisto, mas mundos com rios, lagos e todos os tipos de habitats – um cenário surpreendente que pode ser bem comum [no universo].Estamos assistindo ao nascimento de uma nova era no projeto de Caçadores de Planetas, onde nossos voluntários parecem ser pelo menos tão eficientes para encontrarem planetas orbitando em zonas habitáveis de suas estrelas, quanto os algoritmos dos computadores”, disse a Professora Debra Fisher, diretora do Planethunters (Caçadores de Planetas), da Universidade de Yale. “Agora, a caçada não envolve só velhos exoplanetas – os voluntários estão almejando os mundos habitáveis“. O Dr. Ji Wang, também da Universidade de Yale, disse: “Podemos especular que o PH2 b pode ter luas rochosas que poderiam ser apropriadas para a vida.  Eu mal posso esperar pelo dia que os astrônomos relatarem a detecção de vida em outros mundos, ao invés de somente localizarem ambientes potencialmente habitáveis.  Isso pode acontecer a qualquer momento agora“. Estes são candidatos a planetas que escaparam através da peneira dos astrônomos profissionais e foram resgatados pelos voluntários na frente de seus navegadores web. “Em geral, temos demonstrado que não somos tão únicos, como pensávamos.  Nosso sistema solar proximamente se parece com outros sistemas planetários observáveis dentro de nossa galáxia.  Desta forma, nossos resultados servem para corroborar outros resultados de pesquisas, os quais indicam que planetas similares à Terra são mais comuns no universo do que previamente se acreditava“, disse o Professor Martin Bizzarro, diretor do Centro para Formação de Estrelas e Planetas, da Universidade de Copenhagen.

Fonte: dailygalaxy

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cerca de 300 pássaros cairam misteriosamente nos céus em Seymour, Tennessee, EUA

Cerca de 300 pássaros cairam misteriosamente nos céus em Seymour, Tennessee, EUA


Moradores de Boyd Creek nesta tarde de domingo depararam-se com um acontecimento incomum. Dezenas de pássaros mortos caíram do céu, no meio da estrada e campos circundantes.

 Sargento Robert Stoffle do Departamento do Xerife do Condado de Sevier disse a primeira  chamada recebida sobre as aves ocorreu por volta das 01:15.  O Sargento referiu que uma testemunha relatou ter visto os pássaros em voo e presenciado o estranho fenómeno da caída súbita dos pássaros . A estimativa do número rondou as 300. Enquanto a grande maioria dos pássaros foram mortos durante o tempo que o fotógrafo Mountain Press demorou a chegar ao local, vários pássaros ainda estavam vivos, convulsionando e debatendo as suas asas no chão. 

Um residente local, que não quis ser identificado, disse que estava muito chocado ao ver o grande grupo de pássaros mortos,morrendo na estrada. 

"Eu estava (de condução) a caminho de casa ... deparei-me com um casal e seus filhos, à face da estrada, pensado eu para mim, o que estão a fazer estas crianças na estrada? Quando me aproximei, deparei-me com um incrível cenário onde havia pássaros por toda parte e que estavam todos mortos.  Foi realmente incrível."






Fonte: beforeitsnews

Milhares de peixes encontrados mortos na praia de Sebo na Austrália

Milhares de peixes encontrados mortos na praia de Sebo na Austrália

Milhares de peixes foram encontrados mortos na área da praia sebom no passado fim de semana devido a razões ainda não confirmadas. Creek Sebo inclui pequenos lagos e pântanos e está localizado a sete quilômetros ao sul de Byron Bay. A praia estende-se por cerca de três quilômetros ao sul de Broken Head. Robert Graham, do Byron Bay Clube de Pesca fotografou os peixes. 

Fonte: beforeitsnews