sábado, 23 de junho de 2012

Buraco gigante engole casa na Flórida

Buraco gigante engole casa na Flórida


Um buraco gigante engoliu metade da casa de uma mulher em Hudson, na Flórida, ao norte de Tampa, agora está a ameaçar outras casas na área. 

A parte traseira inteira da sua casa caiu no início desta semana. A mulher idosa que morava na casa está hospedada com a família. Os cizinhos não podiam acreditar na visão da casa desabou. "Você olha e repara que apenas a parte de trás se permanece em pé, todo o resto da casa desabou no buraco", disse o vizinho Mike Richards. Crews disse que o buraco é do tamanho de uma garagem de dois carros.


  

Visão superhumana

Câmera de 50 gigapixels supera visão humana em 5 vezes


Enquanto os astrônomos se esforçam para criar a maior câmera digital do mundo, que irá equipar o telescópio LSST, outra equipe resolveu adotar uma técnica mais conta.

Juntando 98 câmeras digitais comuns, e mais um punhado de circuitos disponíveis no comércio, eles criaram uma câmera capaz de capturar nada menos do que 50 gigapixels de informação de uma cena. Cobrindo um campo de visão de 120 graus, cada imagem alcança uma resolução 5 vezes maior do que um ser humano com visão perfeita consegue enxergar. Isso porque a câmera não capta uma exposição única. Em vez disso, ele faz fotos em múltiplas escalas, compondo não apenas uma imagem grande, mas uma imagem com múltiplos níveis de detalhamento. Torna-se assim possível fazer zooms na imagem, mostrando detalhes que um ser humano não conseguiria enxergar estando na mesma posição que a foto foi tirada. "Cada uma das microcâmeras captura informação de uma área específica do campo de visão," explica David Brady, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos. "Um programa costura todas essas informações em uma única imagem muito detalhada." 

Meteorito deu cor vermelha ao tomate

Meteorito que matou dinossauros deu cor vermelha ao tomate

Genoma do antepassado do tomateiro triplicou de tamanho depois do embate

Há 65 milhões de anos um meteorito gigante chocou com Terra provocando a extinção dos dinossauros e de mais de 70 por cento das espécies que existiam. Uma equipa de cientistas holandeses acredita que foi precisamente esse meteorito o responsável por dar a cor vermelha ao tomate. A ideia surgiu da análise genética levada a cabo para a sequenciação do genoma do tomate, que foi publicada na «Nature» no passada dia 30 de Maio. O mapa genético do tomate indica que o genoma original do antepassado do tomateiro era muito mais pequeno que o actual. Este triplicou de tamanho, de forma súbita há, precisamente, 65 milhões de anos. “Uma expansão tão grande do genoma aponta directamente para condições extremamente stressantes. Suspeitamos que o impacto e a posterior redução da luz solar (por causa do pó) tornou muito difíceis as condições de vida das plantas”, explica René Klein Lankhorst, que coordenou os trabalhos de sequenciação do genoma, na Universidade de Wageningen. O longínquo antepassado do actual tomateiro reagiu para aumentar as suas possibilidades de sobrevivência, expandindo o seu genoma. Muitos anos mais tarde, quando as condições melhoraram, este antepassado, que tinha já uma grande quantidade de “rasto” genético, utilizou-o para lançar as bases genéticas que iriam melhorar o seu fruto. Os tomates adquiriram assim a sua característica de coloração vermelha. O tomateiro começou a diferenciar-se de outro membro da mesma família, planta da batata, que não dá frutos comestíveis.

Fonte: cienciahoje.pt

Caçador de planetas

O próximo grande caçador de planetas como a Terra tem mão de cientistas portugueses

O aparelho mais avançado para procurar planetas iguais à Terra só estará a funcionar em 2016. 

Nessa altura, o consórcio que Portugal integra e que está a construir este espectrógrafo, chamado Espresso, vai ter direito a usá-lo 270 noites. O Espresso vai procurar planetas iguais à Terra, com água líquida, que poderão ter vida. Nesta quinta-feira, termina uma reunião de três dias, em Santa Cruz do Douro, no concelho de Baião, onde se tem estado a delinear o projecto científico deste consórcio, para determinar por exemplo que estrelas serão observadas àprocura de novas Terras. "É uma reunião técnica", explica-nos Nuno Santos. O cientista do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto é o responsável português do consórcio que ganhou a construção do aparelho, e reúne ainda a Espanha, Itália, Suíça e o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês). A cada três meses, o grupo reúne-se para avaliar o estado do projecto e para tomar decisões sobre a sua construção. Desta vez, a organização calhou a Portugal e 40 participantes inscreveram-se.

Telescópio espacial Euclides

Portugueses vão participar no telescópio espacial Euclides

O financiamento para o telescópio espacial Euclides foi aprovado, esta terça-feira, pela Agência Espacial Europeia (ESA). 

Várias instituições portuguesas também participam no telescópio, que vai ser lançado em 2020, para procurar nas profundezas do Universo sinais da matéria negra e da energia negra. No total, a construção, o lançamento e operação do Euclides custará mais de 600 milhões de euros, 125 milhões dos quais provêem dos Estados-membros da ESA. A agência espacial norte-americana NASA também participa no telescópio, com a construção de uma câmara de infravermelhos, o que representa 5% do investimento no projecto.