terça-feira, 7 de julho de 2015

Reino Unido promete publicar documentos sobre OVNIs

Reino Unido promete publicar “documentos X” sobre OVNIs em 2016
OVNI (montagem)

Dezoito documentos secretos apelidados de "Documentos X britânicos" serão publicados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido em 2016, segundo declarou a pasta nesta sexta-feira (3). 

Caçadores de OVNIs acreditam que os documentos poderiam provar que extraterrestres têm visitado o país. Ao lado de Guy Black, senador da Câmara dos Lordes (câmara alta do parlamento britânico), conhecido como Lorde Black de Brentwood, eles têm realizado uma campanha pela divulgação do material, que aborda avistamentos registrados no Reino Unido mais de 30 anos atrás. O governo originalmente havia planejado desclassificar os arquivos no final de 2013, mas o lançamento foi suspenso devido a "necessidades adicionais de processamento", de acordo com o Ministério da Defesa, o que levou a muitas especulações sobre um possível acobertamento do governo a respeito de atividades alienígenas. 

Depois que Lorde Black de Brentwood passou a pressionar pela divulgação dos arquivos no parlamento, o Ministério da Defesa declarou que eles serão liberados para os Arquivos Nacionais até março de 2016. Alguns ufólogos afirmam que os documentos vão lançar luz sobre os relatos inexplicáveis de avistamentos de luzes em Rendlesham Forest, ocorridos em duas ocasiões distintas em dezembro de 1980. Na ocasião, militares norte-americanos estacionados em Suffolk relataram terem visto um objeto triangular metálico com um "brilho estranho", a aproximadamente dois ou três metros de distância da base e a cerca de dois metros de altura. O tenente-coronel Halt descreveu os acontecimentos em um memorando ao Ministério da Defesa: "Iluminou toda a floresta com uma luz branca. O objeto em si tinha uma luz vermelha pulsando em cima e um banco de luzes azuis embaixo. O objeto estava pairando ou sobre pernas". "À medida que os patrulheiros se aproximaram do objeto, ele manobrou através das árvores e desapareceu. Neste momento, os animais de uma fazenda próxima entraram em frenesi. O objeto foi avistado brevemente cerca de uma hora mais tarde, perto do portão de trás", diz o relatório da suposta testemunha. O avistamento inexplicado em Rendlesham Forest é um dos casos mais conhecidos de OVNIs no Reino Unido e é muitas vezes comparado ao Caso Roswell, de 1947, nos Estados Unidos

Fonte: rt.com/uk

Misteriosa cratera aparece na praia da Inglaterra

Misteriosa cratera abre em praia da Inglaterra, enviando caracóis pelos ares


Caracóis a voar


Orcomb Point, na praia de Exmouth, em Devon, Inglaterra, foi fechada na semana passada, após uma misteriosa cratera, de 4,5 metros de diâmetro por 4,5 metros de profundidade, abriu-se na areia.    Misteriosa, porque a água explodiu para fora da cratera, enviando caracóis para cima. Como se isto não fosse assustador o suficiente, mais buracos parecem estar-se a abrir nas proximidades.  O que está acontecendo na praia de Exmouth, que está expelindo os caracóis para fora desta cratera?
O buraco apareceu logo após o meio-dia, em 2 de julho.  O instrutor de kite surf, James Dart, foi um dos primeiros a chegar no local.  "Olhei e havia grandes jatos d’água saindo da praia; estava borbulhando como um gêiser… foi uma visão tremenda… Cheguei mais perto e vi um material como plantas subindo, alguns caramujos saindo também." O Centro Nacional de Operações Marítimas enviou a Guarda Costeira, que imediatamente interditou a área, que é uma praia popular com banhistas e pessoas que levam os seus cães para passear. O Conselho Distrital do East Devon, enviou então, uma equipa de engenheiros, que aumentou a área isolada, temendo que houvesse uma câmera subterrânea, a qual poderia continuar a explodir, ou possivelmente implodir.

Após algum tempo, os caracóis pararam de voar para fora do buraco e este ficou preenchido pela água, mas outros buracos menores apareceram, assim os engenheiros estão mantendo a praia isolada até que causa seja determinada e o perigo avaliado. Até agora, o único comentário oficial das autoridades locais é este:

“As chuvas pesadas de ontem podem ter causado com que o buraco – um fenômeno natural – tivesse se aberto, mas ainda é um pouco de mistério.” 

Os buracos e a chuva são certamente “fenômenos naturais”, mas e quanto aos caracóis voadores?  Nem a Guarda Costeira, nem os engenheiros se manifestaram explicar o que causou o gêiser que lançou os moluscos para fora.

Fonte: mysteriousuniverse.org

Pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov

Estes cientistas dizem que pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko


De acordo com dois cientistas do Reino Unido, pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que está atualmente sendo explorado pela sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA). Eles alegam que algumas características da superfície do comenta poderiam ser explicadas pela presença de micro-organismos abaixo da crosta deste corpo celeste. É uma visão radical e controversa, mas os astrobiólogos Max Wallis, da Universidade de Cardiff e Chandra Wickramasinghe, diretor do Centro Buckingham para Astrobiologia, alegam que dos dados enviados pela missão Rosetta apoiam sua teoria de que o cometa poderia abrigar alguma forma de vida.

“Essa é a conclusão que chegamos“, disse Wickramasinghe durante um telefonema.

Wickramasinghe argumenta que os cometas poderiam transportar a vida através da galáxia; uma teoria que teria grandes implicações para as nossas origens e a natureza da biologia.  “As implicações seriam que a vida é verdadeiramente um fenômeno cósmico, não restrito à Terra“, disse ele. A sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, tem estado na cola do Cometa 67P por anos, e atingiu as manchetes no ano passado, quando começou a orbitar o cometa, pousando a sonda Philae com sucesso em sua superfície.

Imagem do cometa em 26 de junho. Crédito: ESA/Rosetta/NAVCAM.

Dados dos instrumentos da sonda que está orbitando e da que pousou estão começando a ser publicados e iremos saber mais a respeito do cometa.  Encontramos compostos orgânicos e sabemos que a superfície escura do 67P está infestada de crateras e rachaduras. O modelo de Wickramasinghe e Wallis propõe que a biologia sob a superfície gelada do cometa poderia produzir gases que são forçados pelas rachaduras da superfície e abastecem os materiais orgânicos.  Num telefonema, Wickramasinghe comparou o processo ao “apodrecimento de alimentos numa lata que estoura quando a microbiologia ocorre e produz muito metano e outros gases“.

“O total da geometria do cometa, temos argumentado, é devido aos processos deste tipo”, disse ele.  Os pesquisadores publicaram um trabalho relacionado à sua teoria no  Journal of Astrobiology and Outreach,e Wallis o apresentou para a Reunião Nacional de Astronomia da Sociedade Astronômica Real, no País de Gales. Eles afirmam que a vida em questão seria do tipo extremófilo – um organismo que pode sobreviver em condições extremas.  No trabalho eles escrevem que, “apesar dos micro-organismos provavelmente requererem corpos de água líquida para sua antiga colonização do cometa, eles podem habitar as rachaduras no gelo e neve na sub-crosta, especialmente se eles contêm sais anticongelantes e biopolímeros.

Mas esta tese não é amplamente aceita.

Matt Taylor, cientista de projeto da missão Rosetta da ESA, disse num e-mail que, “dadas as condições de radiação e as temperaturas muito, muito baixas, bem abaixo de -70 nas superfícies iluminadas pelo Sol, eu não vejo isto como sendo uma possibilidade, e não está claro para mim a quantidade de evidência dando respaldo à esta alegação“. Ele ainda adicionou que não está “ciente disso ter muito, se qualquer, apoio da comunidade Rosetta“, e que ele acredita mais na “pletora de trabalhos vindos da missão, por centenas de cientistas de cometas, cujos resultados têm passado pelo processo de revisão de colegas“.

Não há instrumentos nas sondas Rosetta ou Philae para expressamente procurar por vida; somente por materiais orgânicos. Wickramasinghe tem trabalhado por muito tempo na ideia de que cometas poderiam abrigar a vida.  Ele trabalhou com o falecido astrônomo britânico, Sir Fred Hoyle, na hipótese da panspermia, a qual teoriza que a vida na Terra teria sua origem no espaço.

As tentativas anteriores de Wickramasinghe de fornecer evidência sobre a panspermia não convenceu a comunidade científica.

Uma teoria menos controversa – uma que é reconhecida pela ESA como algo que poderia ajudar a sonda Rosetta – é que cometas como o 67P poderiam ter trazido moléculas à Terra que teriam agido como ‘blocos para a construção da vida’, ao invés de trazerem a vida por si mesma: moléculas orgânicas complexas que poderiam ter sido as precursoras dos aminoácidos e então terem “semeado” a vida, tal como a conhecemos.

Wickramasinghe reconhece que a proposta da existência de vida no 67P seria contestada pelos críticos, mas culpou o que ele chamou de “uma relíquia da era pré-Copérnica” que favorece a ideia de que a vida está centrada na Terra.

Fonte: motherboard.vice.com