quarta-feira, 16 de maio de 2012

Teletransporte quântico


Teletransporte quântico bate recorde de distância



No teletransporte quântico, os fótons não viajam realmente um para a posição do outro, o que viaja é a informação - o que os cientistas chamam de estado quântico


Teletransporte espacial
Cientistas chineses detonaram o recorde mundial de teletransporte quântico. E, segundo eles, o próximo passo é o espaço. Quando dois fótons são criados juntos, eles nascem realmente gêmeos, compartilhando propriedades que ficam compartilhadas mesmo quando os dois se separam. É o fenômeno chamado entrelaçamento, que Einstein chamou de ação fantasmagórica à distância: normalmente se diz que o que acontecer a uma das partículas entrelaçadas afetará imediatamente a outra, mesmo que ela esteja do outro lado da galáxia. Ainda não dá para ir do outro lado da galáxia, mas Juan Yin e seus colegas da Universidade de Ciência e Tecnologia da China teletransportaram um estado quântico por uma distância de 97 quilômetros - o recorde anterior era de 16 km.E eles não se deram por satisfeitos: o próximo passo, segundo eles, será fazer um teletransporte quântico global, usando satélites artificiais.

Velocidade Solar

Sol viaja devagar demais pela galáxia para puder causar onda de choque.

 

Décadas de pesquisas terão que ser refeitas, porque todos os cálculos indicavam a existência da onda de choque que afinal não existe.


Sol lento
A onda de choque espacial, que os cientistas acreditavam existir na fronteira entre o Sistema Solar e o espaço interestelar, não existe. E não existe porque o Sol se move através da galáxia a uma velocidade menor do que tinha sido calculado, com uma interação mais fraca com o resto da galáxia. A conclusão veio da análise detalhada dos dados da sonda espacial IBEX (Interstellar Boundary Explorer), lançada pela NASA em 2008 justamente para estudar os   nossos limites interestelares.

Açores aviso Laranja

Açores sob aviso laranja


O Instituto de Meteorologia colocou hoje o arquipélago dos Açores sob aviso laranja, o segundo mais grave, devido ao mau tempo que tem registado nas ilhas.

Para o grupo central, espera-se chuva e trovoadas frequentes, sobretudo  entre as 19:00 locais (20:00 em Lisboa) e a meia-noite. No grupo oriental, a previsão é a mesma, a partir das 15:00.
O Instituto de Meteorologia designar-se-á futuramente Instituto Português  do Mar e da Atmosfera (IPMA).  O anterior alerta que o Instituto de Meteorologia tinha emitido para  os Açores, em vigor até ao fim da tarde de hoje, situava-se no nível de  risco máximo (vermelho), tendo agora baixado para o nível imediatamente  inferior (amarelo). Consultada a página online da companhia aérea açoriana SATA, verificam-se  alguns atrasos em voos, devido ao mau tempo no grupo central, composto por  Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, e no grupo oriental, formado  por São Miguel e Santa Maria. Um funcionário do aeroporto de Ponta Delgada disse à Lusa que os voos  - de, para e entre as ilhas açorianas daqueles dois grupos -- se têm efetuado,  mas com atrasos. Na sexta-feira, a SATA cancelou vários voos, envolvendo mais de uma  centena de passageiros. Ao fim da tarde de hoje, registou-se uma melhoria do estado do tempo,  que permitiu a realização de operações de limpeza nas zonas atingidas pelas  chuvas fortes na ilha Terceira, nomeadamente nas estradas obstruídas.
 O coordenador do Serviço Regional de Proteção Civil, João Santos, disse  à Lusa que a instabilidade meteorológica que se verifica na zona do Atlântico  próximo do arquipélago exige, porém, que se mantenha o nível de prevenção.Além da Terceira, também a ilha de São Miguel foi atingida por forte  precipitação, que causou prejuízos em estradas, moradias e viaturas na zona  da Bretanha, na sexta-feira à tarde. As chuvas intensas registadas nos Açores têm sido acompanhadas de trovoadas,  que poderão ocorrer também até à meia-noite de hoje


Fonte: sicnoticias.sapo.pt

Monte Fuji falha

Partes do monte Fuji podem desmoronar

A zona em torno do Fuji-san é conhecida pelos terremotos frequentes e pelas numerosas falhas. Nova descoberta ameaça a própria montanha.

Partes do monte Fuji, símbolo nacional e uma das principais atrações turísticas do Japão, podem desmoronar se uma falha recém-descoberta debaixo do vulcão se deslocar. É um alerta descrito em um relatório encomendado pelo Governo japonês
Um estudo, preparado por sismologistas durante três anos, descobriu a falha ativa até então desconhecida sob o cone vulcânico 100 quilômetros a oeste de Tóquio. É possível que partes da montanha possam ruir com deslizamentos de terra na direção de Gotemba, cidade situada entre a montanha e o Oceano Pacífico, afirmou Yasuhiro Yoshida, diretor de Pesquisas Cismológicas do Ministério da Ciência. Uma equipa de cientistas, liderada por académicos da Universidade de Tóquio, disparou ondas sísmicas simuladas na montanha, que revelaram a falha que teoricamente seria capaz de produzir um terremoto de magnitude até sete graus na escala Richter. O grupo acredita que a falha se moveu em um passado recente de um milhão de anos, embora não tenha ficado claro quando isso ocorreu. Yoshida explicou que a geografia local mostrou que o Fuji-san sofreu importantes deslizamentos à cerca de três mil anos atrás.