domingo, 12 de agosto de 2012

Granizo provoca estragos em Carmelo, Uruguai

Granizo provoca estragos em Carmelo, Uruguai


A MetSul Meteorologia alerta que o avanço de uma frente fria a partir do Uruguai pode trazer chuva localmente forte e temporais isolados de vento e granizo no Sul, Oeste e parte do Centro do Estado neste domingo, e nas demais regiões no começo da segunda-feira. A instabilidade atinge primeiro o Sul e o Sudoeste do Rio Grande do Sul, e tarde para a noite a região central do Estado. Conforme a MetSul, a frente fria vai encontrar ar muito quente sobre o território gaúcho, com máximas à tarde de 31ºC a 33ºC, o que vai favorecer a formação de nuvens carregadas. Neste sábado, a MetSul registrou 32,2ºC à tarde em sua estação do Morro do Espelho, em São Leopoldo. Em Porto Alegre, a estação do Sistema Metroclima acusou 31,5ºC na zona Norte da Capital


Temporais castigaram no sábado a província argentina de Buenos Aires e o Sul do Uruguai. Pedras de gelo foram observadas em alguns bairros da capital argentina. No Sul do Uruguai, um temporal trouxe grande quantidade de granizo para a cidade de Carmelo, no departamento de Colonia. Uma forte chuva de granizo castigou a cidade de Carmelo, no sul do Uruguai, na tarde de sábado. Segundo informações das autoridades locais, diversas casas ficaram com o telhado parcialmente danificado, além de árvores caídas e carros com a lataria amassada. Em alguns pontos, o diâmetro das pedras de granizo igualou-se ao tamanho de um ovo de galinha. Também houve registro de pontos de alagamentos pela cidade.

DNA dá nova vida à luz dos LEDs

DNA dá nova vida à luz dos LEDs


DNA de salmão

O nome eletrônica orgânica sempre causa confusão, com os semicondutores à base de carbono sendo confundidos com coisas vivas. Talvez agora a confusão aumente um pouco, uma vez que James Grote, da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, usou DNA para construir um LED. E os ganhos não foram poucos: o LED de DNA tem uma luz mais agradável aos olhos humanos - é uma luz mais "quente" -, é mais brilhante, consome menos energia e tem uma vida útil mais longa. Não se trata de nenhum "LED vivo", mas a mudança é inusitada: o pesquisador substituiu a camada fosforescente do LED, geralmente feita com uma mistura à base de epóxi, por uma camada de ácido desoxirribonucleico (DNA), processada a partir de ovas e esperma de salmão. Esse DNA processado é um produto já disponível comercialmente, fabricado no Japão a partir de resíduos da indústria pesqueira. Embora a produção seja pequena, mais voltada para pesquisas, o fato de usar como matéria-prima algo que é descartado pela indústria torna o material potencialmente muito barato.