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terça-feira, 7 de julho de 2015

Misteriosa cratera aparece na praia da Inglaterra

Misteriosa cratera abre em praia da Inglaterra, enviando caracóis pelos ares


Caracóis a voar


Orcomb Point, na praia de Exmouth, em Devon, Inglaterra, foi fechada na semana passada, após uma misteriosa cratera, de 4,5 metros de diâmetro por 4,5 metros de profundidade, abriu-se na areia.    Misteriosa, porque a água explodiu para fora da cratera, enviando caracóis para cima. Como se isto não fosse assustador o suficiente, mais buracos parecem estar-se a abrir nas proximidades.  O que está acontecendo na praia de Exmouth, que está expelindo os caracóis para fora desta cratera?
O buraco apareceu logo após o meio-dia, em 2 de julho.  O instrutor de kite surf, James Dart, foi um dos primeiros a chegar no local.  "Olhei e havia grandes jatos d’água saindo da praia; estava borbulhando como um gêiser… foi uma visão tremenda… Cheguei mais perto e vi um material como plantas subindo, alguns caramujos saindo também." O Centro Nacional de Operações Marítimas enviou a Guarda Costeira, que imediatamente interditou a área, que é uma praia popular com banhistas e pessoas que levam os seus cães para passear. O Conselho Distrital do East Devon, enviou então, uma equipa de engenheiros, que aumentou a área isolada, temendo que houvesse uma câmera subterrânea, a qual poderia continuar a explodir, ou possivelmente implodir.

Após algum tempo, os caracóis pararam de voar para fora do buraco e este ficou preenchido pela água, mas outros buracos menores apareceram, assim os engenheiros estão mantendo a praia isolada até que causa seja determinada e o perigo avaliado. Até agora, o único comentário oficial das autoridades locais é este:

“As chuvas pesadas de ontem podem ter causado com que o buraco – um fenômeno natural – tivesse se aberto, mas ainda é um pouco de mistério.” 

Os buracos e a chuva são certamente “fenômenos naturais”, mas e quanto aos caracóis voadores?  Nem a Guarda Costeira, nem os engenheiros se manifestaram explicar o que causou o gêiser que lançou os moluscos para fora.

Fonte: mysteriousuniverse.org

quinta-feira, 21 de março de 2013

Terremoto é detectado do espaço


Terremoto é detectado do espaço por nave europeia


Sons no espaço

Os satélites eram já usados para mapear mudanças na superfície da Terra causadas por terremotos, mas até agora nunca se tinham sentido no espaço as ondas de som de um sismo.Agora, o GOCE - o hiper-sensível satélite de gravidade da ESA - acrescentou um novo item à sua lista de sucessos. Além de ser considerada a nave espacial mais bonita já lançada pelo homem, a sonda foi a responsável pela geração do primeiro mapa da gravidade da Terra. Os tremores de terra criam ondas sísmicas que viajam através do interior da Terra. A novidade é que os grandes terremotos também fazem vibrar a superfície do planeta, como se fosse um tambor. Isto produz ondas sonoras que se deslocam para cima, através da atmosfera. A amplitude dessas ondas muda de centímetros, na superfície da planeta, para quilômetros na alta atmosfera, a altitudes de 200 a 300 quilômetros. Apenas as ondas sonoras de baixa frequência - os infrassons - chegam a estas alturas. Isto causa movimentos verticais que expandem e contraem a atmosfera por aceleração das partículas de ar.

Terremoto detectado no espaço

No dia 11 de março de 2011, 20 mil pessoas morreram pelo terremoto e pelo tsunami que devastaram a costa nordeste do Japão. Novos estudos dos dados do GOCE revelaram agora que o terremoto também foi sentido no espaço. Desde que foi lançado, em 2009, o GOCE tem mapeado a gravidade da Terra com uma precisão inigualável, sendo o satélite de observação de órbita mais baixa: a cerca de 270 quilômetros de altitude, ele atravessa resquícios de atmosfera. tendo inclusive que lidar com a resistência do ar. Para isso, a sonda conta com um motor iônico que compensa instantaneamente qualquer efeito da resistência do ar rarefeito, gerando impulsos cuidadosamente calculados - essas medições são realizadas por acelerômetros muito precisos. Enquanto as medições garantem que o GOCE permanece ultra-estável em sua órbita baixa, de forma a realizar medições inéditas da gravidade da Terra, a densidade atmosférica e os ventos verticais ao longo do seu caminho podem ser inferidos a partir de dados do propulsor e do acelerômetro. Explorando os dados do GOCE ao máximo, os cientistas descobriram que o GOCE detectou as ondas sonoras do terremoto que atingiu o Japão em 2011.


Sismômetro espacial

Quando a sonda espacial passou através das ondas sonoras do terremoto, seus acelerômetros detectaram os deslocamentos verticais da atmosfera de um modo semelhante ao que é feito por um sismômetro na superfície da Terra. Foram observadas também variações na densidade do ar. "Os sismólogos estão muito entusiasmados com esta descoberta, porque eles eram praticamente os únicos pesquisadores das Ciências da Terra que não tinham um instrumento de medida no espaço que fosse comparável aos existentes em terra," disse Raphael Garcia, do Instituto de Investigação em Astrofísica e Planetologia, na França. 

"Com esta nova ferramenta, eles agora podem começar a olhar para o espaço para perceber o que está acontecendo embaixo dos seus pés," concluiu.

Fonte: inovacaotecnologica

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Investigadores da Universidade de Coimbra estão envolvidos desde 2004 num dos mais importantes projectos internacionais.

A experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura
Desde 2004, que uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) está envolvida no projecto internacional Xenon 1 Tonelada, que tem como objectivo a detecção directa e a caracterização da matéria escura do Universo. Depois de oito anos de trabalho e publicações na «Physical Review Letters», a equipa recebeu a notícia, no final do ano passado, que não iria ter financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para os anos 2014-2016. José Matias Lopes, coordenador dos cinco investigadores do Departamento de Física da UC envolvidos neste projecto, já manifestou o seu descontentamento face a esta situação, até porque, se tudo correr como esperado, em breve a matéria escura será detectada, o que pode dar o Nobel a quem está à frente da investigação, neste caso, Elena Aprile, coordenadora, na Universidade da Columbia, desta investigação internacional. O cientista, citado pelo «Jornal de Notícias», explica que quem avaliou o projecto em nome da FCT não entendeu a maior parte das questões técnicas e não avaliou o mérito da equipa.
Envolvendo 54 investigadores de 14 instituições de nove países, a experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura, com 62 quilogramas de xénon líquido hiper-puro, colocado no laboratório subterrâneo de Gran Sasso, em Itália. O detector está debaixo de 1300 metros de rocha para que a intercacção da radiação cósmica seja drasticamente reduzida. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Golfinhos estão a ser mutiladoss por todo o Golfo do México

Crimes ambientais têm ocorrido na costa do Golfo do México, golfinhos foram encontrados mutilados na região.

O assassinato de golfinhos no Sul dos Estados Unidos vem intrigando as autoridades ambientais do país. Ao longo dos últimos meses, vários golfinhos foram encontrados na costa do Golfo do México com marcas de balas e mutilações nas nadadeiras e nas mandíbulas.
Os golfinhos são protegidos por lei nos EUA, e os atos podem levar à pena de um ano de prisão. No entanto, ainda não há suspeitos dos crimes, que já foram registrados nos estados da Flórida, do Mississipi, da Louisiana e do Alabama, e nem se sabe o motivo dos ataques.
Desde 2010, os cientistas já contaram mais de 700 golfinhos mortos na região. O principal problema para a população foi o vazamento de petróleo de uma plataforma de extração da BP. Além disso, invernos mais frios que a média também afetaram esses mamíferos marinhos.












terça-feira, 20 de novembro de 2012

Carros elétricos são recarregados remotamente de forma segura

Carros elétricos são recarregados remotamente de forma segura

Engenheiros criaram o que eles chamam de o primeiro sistema capaz de recarregar remotamente as baterias de um carro elétrico de forma segura.

"O recarregamento sem fios é a longamente sonhada solução para tudo, dos telefones celulares aos carros elétricos," disse o físico Lorne Whitehead, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá. "Uma preocupação significativa para recarregar carros sem fios é a alta potência e a alta frequência dos campos eletromagnéticos usados, e seus potenciais efeitos desconhecidos sobre a saúde dos seres humanos," explica ele. Para diminuir essas preocupações, Whitehead e seu grupo desenvolveram uma técnica totalmente nova de transmissão de eletricidade sem fios, que opera a uma frequência 100 vezes mais baixa do que experimentos similares. Isto resulta em campos magnéticos expostos - aos quais a pessoa que ande em volta do sistema estará sujeita - "praticamente desprezíveis", segundo o pesquisador.

Engrenagens magnéticas

O sistema elimina a necessidade das ondas de rádio. Ele é baseado no que os pesquisadores chamam de "engrenagens magnéticas remotas". O sistema local consiste de uma base magnética rotativa, alimentada pela energia da rede. O carro possui em seu assoalho uma engrenagem correspondente, que gera energia ao ser posta em movimento pela ação remota da engrenagem da base.

Play sem plug

Foram montadas quatro estações experimentais na Universidade. Os testes mostraram que o sistema de recarregamento sem fios alcança uma eficiência correspondente a 90% do sistema tradicional por cabo. "Um dos grandes problemas dos veículos elétricos é a necessidade de conectar cabos e soquetes em locais apertados e com mau tempo," comentou David Woodson, membro da equipe. "Desde que começamos a testar o sistema, o feedback dos motoristas tem sido extremamente positivo - tudo o que eles têm a fazer é estacionar o carro e o recarregamento começa automaticamente," concluiu.

domingo, 4 de novembro de 2012

Resolvido mistério sobre natureza fundamental da luz


Resolvido mistério sobre natureza fundamental da luz
Dualidade onda/partícula

Dois grupos de físicos, trabalhando de forma independente, garantem ter chegado a um veredito final sobre a chamada dualidade onda/partícula.

De Newton a Maxwell, a luz foi sempre considerada como uma onda. Foi Einstein quem ganhou o Prêmio Nobel de Física demonstrando o efeito fotoelétrico, cuja explicação depende de que os fótons sejam vistos como partículas. E daí pôde então surgir toda a mecânica quântica, que prevê que os fótons, os elementos fundamentais da luz, assim como qualquer outro "sistema quântico", podem ser partículas e ondas simultaneamente. Contudo, as discussões sobre o assunto nunca foram suspensas porque o resultado - onda ou partícula - dependerá de como a medição é realizada. Meça um fóton de um jeito, e ele lhe dirá que é uma partícula. Altere a medição, e ele se transmutará em partícula. Isso criou correntes entre os físicos que gostariam de encontrar uma resposta "mais fundamental" - uns defendendo que fótons são essencialmente partículas e outros defendendo que eles são essencialmente ondas. O que essas correntes buscam é a "verdadeira natureza da luz", porque parece esquisito demais ter que assumir que uma "coisa pode ser duas coisas". As duas correntes assumem que o fóton se transmutaria em sua segunda personalidade sob condições a serem ainda especificadas ou descobertas.

Partículas e ondas simultaneamente

As equações da mecânica quântica, contudo, tranquilamente assentadas sobre uma história de extremo sucesso, preveem que uma partícula pode estar em diferentes lugares ao mesmo tempo. Na verdade, a partícula pode estar até mesmo em infinitos lugares ao mesmo tempo - como uma onda. E não apenas "parecendo" com uma onda, mas efetivamente "sendo" uma onda. O que dois grupos de físicos agora conseguiram fazer foi demonstrar experimentalmente que esse jogo tem mesmo que terminar empatado.

Este foi o equipamento usado pela equipe da Universidade de Bristol em sua demonstração da dualidade partícula/onda. Experimentos similares foram realizados por Alberto Peruzzo e colegas da Universidade de Bristol, no Reino Unido, e Florian Kaiser e equipe, do instituto francês CNRS.Pela primeira vez, os físicos conseguiram observar os fótons não como partículas ou como ondas, mas como partículas e como ondas, ao mesmo tempo. Longe de ser uma curiosidade científica, o experimento terá largas implicações para todos os sistemas quânticos, entre os quais os qubits usados pela computação quântica, os processadores fotônicos e as comunicações por fibras ópticas.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Biossensor de diagnóstico


Dispositivo detecta cancro de forma tão rápida "como teste de gravidez"

Biossensor de diagnóstico precoce é autónomo e portátil

“É tão fácil como fazer um teste de gravidez”, referiu Goreti Sales ao jornal «Ciência Hoje» («CH») e o objectivo é “fazer o diagnóstico precoce dos cancros com maior prevalência na Europa (mama, colo do útero e colo-rectal), e talvez a nível mundial, sem sair do consultório”, ou seja, a amostra nem precisa de ir para um laboratório. A investigadora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) ganhou uma Starting Grant atribuída pelo European Research Council, no valor de um milhão de euros, durante cinco anos, que será dedicada ao desenvolvimento de biossensores, dispositivos autónomos e portáteis, para o diagnóstico precoce do cancro. O Projeto 3P’s pretende criar mecanismos de detecção precoce de três tipos de cancro, capazes de produzir uma resposta rápida para várias biomoléculas (DNA, RNA, proteínas, etc.) em simultâneo, já que cada doença tem biomarcadores diferentes, de forma a monitorizar estes sinais de alerta, a tempo de evitar “a instalação da doença” ou mesmo minimizar as consequências. Segundo a coordenadora do Biomark – Sensor Research, unidade de investigação do ISEP, o dispositivo é de “baixo custo, de resposta rápida e a intervenção é não invasiva”, já que para o teste basta um pouco de sangue, urina ou saliva para o biossensor detectar a presença de biomoléculas que circulam no organismo em alguns minutos – “menos de meia hora” –, tal como um teste de gravidez, explicou ainda a docente ao «CH». Por exemplo, uma paciente que pretenda fazer uma mamografia poderá substitui-la pelo teste com o biossensor e obter uma resposta ainda dentro do consultório em minutos, acrescentou ainda.

Biossensor dá alerta para cancros mais propensos na Europa

O aparecimento do cancro “está associado à presença de algumas biomoléculas (bio marcadores) que circulam no organismo em baixas quantidades. A existência de um biossensor (dispositivo) capaz de detectar esses bio marcadores, de modo rápido, rigoroso e não invasivo, será extremamente importante para a dinamização do diagnóstico precoce da doença", segundo referiu também a investigadora em comunicado.

Parceria IPO-Porto

A Biomark é especializada em desenhar e conceber anticorpos plásticos, com materiais sintéticos, que tentam reproduzir os anticorpos naturais, existentes no nosso organismo, para esses biomarcadores utilizados em diagnóstico clínico. O projecto conta com a colaboração do Instituto Português de Oncologia-Porto, que está a cargo de escolher os biomarcadores. O dispositivo desenvolvido poderá ser, também, usado no acompanhamento de doentes oncológicos. Segundo a investigadora do ISEP, os biossensores poderão vir a ser utilizados para monitorizar a evolução da doença face à terapêutica administrada.

Fonte: cienciahoje.pt

sábado, 8 de setembro de 2012

Uma experiência da ESA bate o recorde de teletransporte quântico

Uma experiência da ESA bate o recorde de teletransporte quântico

De acordo com o site da ESA, uma equipe internacional de investigação utilizou a Estação Ótica de Terra (Optical Ground Station) da ESA, no Observatório de Teide, em Tenerife, para estabelecer um novo recorde de distância em teletransporte quântico, reproduzindo as características de uma partícula de luz a 143 quilómetros de distância. 

O feito foi realizado por cientistas da Áustria, Canadá, Alemanha e Noruega, e foi financiado pela ESA.  As propriedades físicas de uma partícula de luz, um fóton, foram transferidas a outra partícula, mediante teletransporte quântico.  Este vínculo foi estabelecido por sobre a distância de 143 Km que separam o telescópio Jacobus Kapteyn, na ilha de La Palma, nas Canárias, e a Estação Ótica de Terra da ESA em Tenerife.

Antes disso, as duas partículas devem ‘entrelaçar-se’. Uma vez feito isto, a medida de uma determinada propriedade física, como a polarização ou o spin, irá gerar o mesmo resultado nas duas partículas, independentemente da distância a que se encontram e sem que se transfira fisicamente qualquer outro sinal entre elas. O teletransporte quântico não é uma cópia, no sentido mais estrito do termo, uma vez que o ato de transferir informação de uma partícula a outra destrói a partícula original –as suas características transferem-se à partícula entrelaçada.

Albert Einstein referiu-se ao fenômeno do entrelaçamento quântico como uma “assustadora ação à distância”, mas trata-se de um fenômeno físico documentado e fundamental para futuras gerações de computadores ultra-potentes, baseados no teletransporte de bits quânticos ou ‘qubits’. Também é essencial em sistemas invioláveis de comunicação encriptada.

Fonte: esa

Águas do Rio Yangtze, na China, com tons de vermelho

O Rio Yangtze que atravessa a cidade Chongqing no sudoeste da China, ficaram num tom avermelhado.

É a última coisa que os residentes de Chongqing esperavam ver. O rio Yangtze, que atravessa a cidade no sudoeste da China, ficou num tom claro de vermelho-alaranjado ontem. 

Enquanto as autoridades investigam a causa da coloração, os pescadores da região continuaram com a sua vida diária normal. Outros eram estavam tão espantados que recolheram amostras em frascos de água.
Embora a causa está a ser ainda estudada, esta não é a primeira vez que um rio ficou vermelho na China. Em dezembro passado, o rio Jian , na cidade de Luoyang, na província de Henan norte, ficou vermelho depois de ter sido contaminado por um corante poderoso.
O corante foi sendo despejado na cidade por duas oficinas ilegais de corante. Funcionários invadiram as fábricas para fechá-los, e depois desmontar suas máquinas. De acordo com o capítulo 16, versículo 4 do livro bíblico de Apocalipse, um dos sinais de que o "Armagedon" está próximo será um anjo derramar uma taça nos rios, transformando-os em sangue.









Fonte: dailymail


sábado, 1 de setembro de 2012

Milhares de turistas podem ter contraído vírus mortal na Califórnia

Milhares de turistas podem ter contraído vírus mortal na Califórnia
Perto de dez mil pessoas podem ter sido expostas a um vírus mortal durante a sua estadia no Parque Nacional de Yosemite, no oeste da Califórnia, anunciou o centro federal de controlo e prevenção de doenças norte-americano.

Meia dúzia de casos de síndrome pulmonar por hantavírus - doença transmitida pela saliva ou urina/excrementos de roedores -, foram confirmados e outros casos suspeitos estão a ser investigados. Já se registaram duas mortes e as vítimas tinham em comum o facto de terem estado hospedados no mesmo alojamento no referido parque. Já foram feitas tentativas no sentido de contactar as 2900 pessoas que estiverma instaladas no Parque Nacional de Yosemite entre 10 de junho e 24 de agosto. Refira-se que a doença é rara e causa graves infeções pulmonares e renais. Os sintomas principais são fadiga, febre, dores musculares e de cabeça, enjoos, náuseas, diarreira, dores abdominais e dificuldades respiratórias.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Descoberta molécula de açúcar

Descoberta molécula de açúcar perto de uma estrela
 
Um dos elementos fundamentais da vida pode estar no caminho de um planeta.

O Observatório Europeu do Sul (ESO) anunciou a descoberta de moléculas de açúcar à volta de uma estrela. Com o radiotelescópio ALMA, situado no deserto de Atacama, no Chile, os cientistas conseguiram captar moléculas de glicolaldeído (C2H4O2) no gás que rodeia a estrela binária jovem IRAS 16293-2422, que tem uma massa semelhante à do Sol e situada a 400 anos-luz da Terra. Esta molécula já tinha sido descoberta no espaço, mas esta é a primeira vez que é localizada tão perto de uma estrela deste tipo, a uma distância equivalente à que separa Urano do Sol. O estudo sobre este achado será publicado no «Astrophysical Journal Letters».  “No disco de gás e pó que rodeia a estrela, encontrámos glicolaldeído, uma forma simples de açúcar, não muito diferente da que pomos no café”, explica Jes Jørgensen (do Niels Bohr Institute, Dinamarca), autor principal do artigo. A molécula participa na formação de RNA, que, tal como o DNA, com o qual está relacionado, é um dos ingredientes fundamentais para haver vida. “As observações revelam que as moléculas de açúcar estão a ir em direcção a uma das estrelas do sistema”, indicou Cécile Favre, da Universidade de Aarhus (Dinamarca). As moléculas “não só estão no lugar indicado para encontrarem o caminho para um planeta como também vão na direcção correcta. A descoberta demonstra que os elementos essenciais à vida estão no momento e no lugar certo para poderem existir nos planetas que se formam à volta da estrela”. Os investigadores interrogam-se sobre o quão complexas podem chegar a ser estas moléculas antes que se incorporem em novos planetas. “Responder a esta questão pode dar uma ideia de como a vida pode nascer noutros lugares”, acredita Jørgensen.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Técnica para diminuir intensidade de furacões

Aumentar quantidade de nuvens aumenta reflexo da luz solar e arrefece superfície dos oceanos

Uma equipa de cientistas propõe-se pulverizar nuvens para diminuir a temperatura superficial do mar onde se formam os furacões. Num artigo publicado na «Atmospheric Science Letters», os investigadores afirmam que a técnica poderá reduzir a intensidade dos furacões. 

A equipa centrou-se na relação entre a temperatura à superfície do mar e a energia associada com o potencial destrutivo dos furacões. Em vez de se pulverizar as nuvens da tempestade ou do furacão directamente, a ideia é pulverizar as nuvens Stratocumulus marinhas (que cobrem uma quarta parte dos oceanos do mundo) para evitar a formação dos furacões.  “Os furacões obtêm a sua energia a partir do calor que existe nas águas superficiais do oceano”, explica Alan Gadian, da Universidade de Leeds. “Se formos capazes de aumentar a quantidade de luz solar que é reflectida pelas nuvens acima da região onde se desenvolvem os furacões, então haverá menos energia para os alimentar”. Os autores propõem a utilização de uma técnica conhecida como Marine Cloud Brightening (MCB). A ideia é pulverizar com veículos não tripulados gotas de água do mar, uma boa parte das quais se transformaria em nuvens, aumentando assim a humidade e, portanto, também a reflectividade. Desta forma, é luz é reflectida de volta ao espaço o que reduz a temperatura da superfície marinha. 

domingo, 12 de agosto de 2012

DNA dá nova vida à luz dos LEDs

DNA dá nova vida à luz dos LEDs


DNA de salmão

O nome eletrônica orgânica sempre causa confusão, com os semicondutores à base de carbono sendo confundidos com coisas vivas. Talvez agora a confusão aumente um pouco, uma vez que James Grote, da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, usou DNA para construir um LED. E os ganhos não foram poucos: o LED de DNA tem uma luz mais agradável aos olhos humanos - é uma luz mais "quente" -, é mais brilhante, consome menos energia e tem uma vida útil mais longa. Não se trata de nenhum "LED vivo", mas a mudança é inusitada: o pesquisador substituiu a camada fosforescente do LED, geralmente feita com uma mistura à base de epóxi, por uma camada de ácido desoxirribonucleico (DNA), processada a partir de ovas e esperma de salmão. Esse DNA processado é um produto já disponível comercialmente, fabricado no Japão a partir de resíduos da indústria pesqueira. Embora a produção seja pequena, mais voltada para pesquisas, o fato de usar como matéria-prima algo que é descartado pela indústria torna o material potencialmente muito barato.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Peixes com cancro de pele

Descobertos os primeiros peixes com cancro de pele
Investigadores da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, e do Instituto de Ciência Marinha da Austrália descobriram pela primeira vez sinais de cancro da pele em peixes selvagens.

O estudo, publicado na revista PLoS ONE, revela a incidência de melanoma em três espécies de trutas encontradas na Grande Barreira de Coral, na Austrália, directamente abaixo do maior buraco do mundo na camada de ozono. Os peixes apresentam lesões e manchas escuras, uma versão escamosa do que seria um melanoma humano. “Depois de eliminar outros factores como patogénios microbianos e poluição marinha, a radiação ultravioleta parece a causa mais provável do cancro”, afirma Michael Sweet, da universidade britânica. Da captura e análise de 136 trutas, 15 por cento apresentou lesões cancerígenas na pele, sem metástases noutros órgãos. “Quando o cancro se espalhar ainda mais é de esperar que o peixe se torne bastante doente, tornando-se menos activo e possivelmente alimentando-se menos, sendo portanto menos provável que seja apanhado. Isto sugere que a percentagem real de afectados pelo cancro é provavelmente mais elevada do que a observada neste estudo”, sublinha o investigador. Os cientistas não sabem desde quando os peixes sofrem desta doença, mas asseguram que é comum na Grande Barreira de Coral, afectando três diferentes espécies de truta. Além disso, não descartam a possibilidade de haver outras espécies em causa. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Reação química espacial


Descoberto novo tipo de ligação química no espaço


Cientistas descobriram a possibilidade de um novo tipo de ligação química, mantida por campos magnéticos extremamente fortes.

A reação não poderia ocorrer nas condições naturais da Terra e nem mesmo do Sistema Solar inteiro: ela só ocorre nas proximidades de estrelas de nêutrons ou anãs brancas. Na Terra, os átomos se ligam por ligações covalentes, ou ligações de hidrogênio - quando eles compartilham elétrons - ou por ligações iônicas - quando a atração eletrostática faz com que íons de cargas opostas se juntem. No novo tipo de ligação, que Kai Lange e seus colegas da Universidade de Oslo, na Noruega, chamaram de ligação paramagnética, é o magnetismo que mantém os átomos coesos.

Estrelas mais brilhantes do Universo vivem em pares

Estrelas mais brilhantes do Universo vivem em pares

Um novo estudo que utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO mostrou que a maioria das estrelas brilhantes de massa muito elevada, responsáveis pela evolução das galáxias, não vivem isoladas.

Quase três quartos destas estrelas têm uma companheira próxima, muito mais do que se supunha anteriormente. Surpreendentemente, a maior parte destes pares interagem de modo violento, ocorrendo, por exemplo, transferência de massa de uma estrela para a outra. Pensa-se que cerca de um terço destes pares acabará por se fundir, formando uma única estrela. A descoberta, publicada na revista Science desta quinta-feira, utilizou o VLT (Very Large Telescope) do ESO.

terça-feira, 31 de julho de 2012

SIDA - AIDS - HIV a mentira do século?

SIDA - AIDS - HIV Uma história triste!

Vários documentos e vídeos recém descobertos, comprovam que o Virus HIV foi criado em laboratório, entre 1962 e 1978 ( U.S. Special Virus Cancer Program (1962-1978) ) . Em 1977, fol lançada uma patente nos EEUU, patenteando a cura deste virus, do qual, até aquela data, ninguém tinha ouvido falar. O descobridor do virus, Dr. Gallo, assinou vários documentos datados de 1971, sobre a  criação de armas biológicas que visavam conter o crescimento demográfico do Terceiro Mundo. Existem mais de quatro (4) protocolos de cura da AIDS, de baixo custo e comprovados, sempre descredenciados por Órgãos Governamentais. U.S. Special Virus Cancer Program (1962-1978), Virus do HIV desenvolvido pela Bionetics (empresa do Dr. Gallo) dossie descoberto pelo advogado americano Dr.  Boyd Graves . 


" E.U. Patente cura para a AIDS (USP # 5676977)"

Em outubro de 1977, os Estados Unidos patenteou um método "para a cura da AIDS, E.U. Patente # 5.676.977. O produto é chamado Tetrasil / IMUSIL e é um tempo de injeção / infusão, que elimina bactérias patogênicas no sistema sangüíneo de um indivíduo. ... Marantech identificou uma série de compostos Electron Jumping (EJCs) que foram encontrados em testes de laboratório independentes,  para expor atividade antimicrobiana. No entanto, até à data a maior parte dos testes da Empresa de EJCs, para a segurança e eficácia farmacológica, tem se centrado em Tetrasilver Tetróxido, um óxido de metal multivalente também conhecido como Tetrasil. Ensaios clínicos indicam que as moléculas de Tetrasil podem seletivamente alvejar e matar organismos que proliferam rapidamente (por exemplo, as células cancerosas e microrganismos patogénicos) através de uma multidão de nano-nível de descargas elétricas, seguida pela combinação física (quelação), deixando os tecidos normais geralmente afetado. A suspeita de matar o método incomum, pode impedir o desenvolvimento de patógenos resistentes à terapia Tetrasil. Atividade antimicrobiana: tem sido conhecida há vários anos que Tetrasil é um potente agenteantimicrobiano que mata um amplo espectro de vírus, fungos, algas e bactérias (incluindo cepas resistentes à droga) em concentrações que tenham sido certificadas como seguro pela EPA para uso em piscinas (EPA Levels ").

Documentos E.U. Patente para download:
4695353 ~ setembro, 1987 ~ Jansen, et al. 423/604 ~
4717562 ~ janeiro de 1988 ~ Jansen, et al. 423/604 ~
4835077 ~ maio de 1989 ~ Megahed et al. 423/604 ~
5017295~ maio de 1991 Antelman ~ ~ 424/618

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Universo primitivo

Novo radiotelescópio quer capturar sinais do Universo primitivo

Projecto Murchison Widefield Array (MWA) conta com os sistemas de computação

Um novo tipo de radiotelescópio que quer capturar as ondas de rádio de baixa frequência vindas do espaço profundo, bem como as voláteis condições atmosféricas do Sol, está a ser implementado por um consórcio internacional do qual fazem parte 13 instituições da Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Índia. O projecto Murchison Widefield Array (MWA) conta agora com os sistemas de computação «iDataPlex dx360 M3», da IBM. Os sinais serão capturados por 4096 antenas dipolo do telescópio, posicionado no deserto australiano, e continuamente processados pelo cluster de computação iDataPlex dx360 M3 que irá converter as ondas de rádio em imagens de largo espectro do céu, com clareza e detalhe sem precedentes.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O mais pequeno planeta extra-solar

O mais pequeno planeta extra-solar será uma bola de fogo

Se um dia teve atmosfera, já a perdeu e a sua superfície será agora um tição. Outra possibilidade é ser uma bola de fogo, com a superfície derretida, por estar muito perto da estrela que orbita. 

Este é o novo planeta que acaba de ser descoberto noutro sistema solar: só tem dois terços do tamanho da Terra e encontra-se apenas a 33 anos-luz de nós. Os planetas extra-solares orbitam outras estrelas que não o Sol. O primeiro foi descoberto em 1995, por uma equipa suíça, e desde então o número de planetas extra-solares detectados já anda perto dos 800. Inicialmente, os instrumentos só conseguiam detectar grandes monstros gasosos, como os “nossos” Júpiter e Neptuno. Mais tarde, encontraram-se planetas rochosos como a Terra, e cada vez mais o seu tamanho se aproxima do da Terra. Até agora, refere um comunicado de imprensa da agência espacial norte-americana NASA, somente se encontraram “uma mão cheia” de planetas mais pequenos do que o nosso.  Este, cuja descoberta foi anunciada nesta quarta-feira, foi apanhado por um telescópio espacial da NASA. Kevin Stevenson, da Universidade da Florida Central, nos EUA, e a sua equipa estavam a estudar um outro planeta que, além de gigante e gasoso como Neptuno também é quente por se encontrar muito perto da estrela, a GJ 436, quando se depararem com indícios de outra presença nesse sistema solar. A desconfiança de que havia outro planeta em órbita da GJ 436 deveu-se à detecção de uma pequena diminuição do brilho da luz da estrela. Ao olhar para os dados já recolhidos pelo telescópio Spitzer, guardados em arquivo, a equipa verificou que essa diminuição de luz era periódica. Alguma coisa andava mesmo em redor da estrela.  Os cientistas vasculharam ainda centenas de horas de observações não só do Spitzer, mas de sondas e telescópios em terra, e lá estavam as provas do planeta. Tem um diâmetro de 8400 quilómetros – ou seja, dois terços do tamanho da Terra –, o que o torna o mais pequeno alguma vez descoberto, sublinha um comunicado da Universidade da Florida Central. Mas ainda não é uma autêntica Terra que os cientistas tanto têm procurado, que, além de rochosa, estaria situada a uma distância da estrela que possibilitaria temperaturas propícias à existência de água líquida. Está tão próximo da estrela que demora apenas 1,4 dias a orbitá-la. Portanto, um ano neste planeta resume-se a 1,4 dias.  Tanta proximidade torna-o também abrasador, com as temperaturas à superfície a atingirem 600 graus Celsius, e por isso qualquer atmosfera que possa ter tido já se evaporou. Para Joseph Harrington, outro autor do trabalho, a publicar esta quinta-feira na revista The Astrophysical Journal, a superfície pode apresentar-se derretida. “O planeta pode até estar coberto de magma.”

Fonte: publico.pt

domingo, 15 de julho de 2012

Chuva Vermelha na India deixa pessoas em pânico.

Chuva Vermelha na India deixa pessoas em pânico.

Na quinta-feira, 5 de julho, 2012, por volta das 6:50 da tarde, hora local, um chuveiro misterioso de chuva vermelha caiu durante um período de  cerca de 15 minutos em Kannur, Kerala, Índia. Localidades dentro de uma área de um quilômetro, no estado indiano de Kerala foram afetados por este fenômeno, causando enchentes com chuva de sangue vermelho e roupas manchadas.

Godfrey Louis, Ph.D. e Santosh Kumar hipótese, "As células vermelhas encontradas na chuva vermelha em Kerala são considerados como um possível caso de forma de vida extraterrestre." 

Kannur, Presidente Shaija M, recolheu uma amostra da misteriosa água vermelho. "Estava escuro e tinha o cheiro de beterraba crua", afirmou. Seu primeiro pensamento foi que um animal foi morto e seu sangue tinha misturado com a água da chuva no pátio. No entanto, esta não é a primeira vez que esta "misteriosa chuva vermelha" caiu no estado de Kerala. Na verdade, tem sido relatado várias vezes durante a última década.

Em 25 julho e 23 setembro de 2001, esta "chuva de sangue vermelho" misteriosa, caiu esporadicamente em chuvas fortes em Kerala. No verão de 2006, as chuvas misteriosas vermelhas caiu uma segunda vez e ganhou ampla atenção um pouco por todo o mundo. Inicialmente, pensava-se que as chuvas misteriosas vermelhas fossem coloridas, devido à precipitação causada apartir de uma explosão de um meteorito, enquanto que um estudo encomendado pelo Governo indiano concluiu que as chuvas tinham sido colorida por esporos de algas localmente prolífica terrestre.

Dois cientistas, Godfrey Louis, Ph.D. e Santhosh Kumar da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam, propôs uma hipótese controversa, "A cor
vermelha misteriosa na chuva é causada por uma forma de vida não identificado, que não tem DNA." Em agosto de 2008, eles apresentaram os seus argumentos numa conferência de astrobiologia: "As células vermelhas encontradas na chuva vermelha em Kerala, na Índia são agora considerados como um possível caso de forma de vida extraterrestre. A composição molecular dessas células ainda está para ser identificado." No entanto, Louis e Kumar ainda não explicaram como a poeira de um meteorito poderia continuar a cair sobre a mesma área - apesar de mudanças nas condições climáticas e os padrões de vento - não apenas durante um par de meses, mas por mais de uma década.

É tudo isto mera coincidência?

A coincidência é apenas um nome para a "lei não reconhecida."

A teoria descrita descrita nesta notícia tem o nome de Panspermia. A hipótese da panspermia cósmica é uma das hipóteses acerca de como surgiram as primeiras formas de vida no planeta Terra. Essa ideia surgiu pela primeira vez no século V a.c. na Grécia, por Anaxágoras, e foi colocada novamente em evidência no século XIX por Hermann von Helmholtz, no ano de 1879. A teoria se baseia na ideia de que a vida foi trazida à Terra do espaço em meteoritos com formas de vida primárias, sendo que já foi encontrada matéria orgânica em meteoritos, e há organismos microscópicos suficientemente resistentes para, em teoria, suportar uma viagem espacial até aqui, embora as condições pelas quais passariam seriam extremas.