quarta-feira, 23 de maio de 2012

Toxinas ambientais pode afectar o comportamento

Uma única exposição a toxinas ambientais pode afectar o comportamento de gerações



Cientistas norte-americanos descobriram que animais cujos antepassados tinham sido expostos a toxinas ambientais apresentavam, gerações mais tarde, uma reacção exacerbada ao stress. 

"Não sabíamos que uma resposta ao stress podia ser assim reprogramada pelas exposições ambientais dos nossos antepassados", diz em comunicado Michael Skinner, da Universidade Estadual de Washington, que com os colegas publicou esta terça-feira os seus resultados, na última edição da revista Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS). A equipa de Skinner expôs ratos fêmeas grávidas à vinclozolina, um fungicida popularmente utilizado para tratar frutas e vegetais. "Já foi demonstrado", escrevem os cientistas na PNAS, "que a exposição à vinclozolina predispõe os ratos machos a desenvolverem precocemente diversas doenças do adulto, efeitos que continuam a ser detectáveis, sem atenuação, ao longo das quatro gerações seguintes." A vinclozolina exerce a sua influência na descendência dos animais através de mecanismos ditos epigenéticos, onde, em vez de mutações na sequência de ADN dos genes, produz alterações do nível da actividade (ou expressão) dos genes. O fenómeno transgeracional aqui observado, especulam os investigadores, é provavelmente provocado por alterações epigenéticas permanentes nos ovócitos ou nos espermatozóides. Agora, os cientistas quiseram saber se uma reacção comportamental a um desafio da vida real, tal como a reacção ao stress, também seria afectada. Para isso, submeteram a uma série de testes comportamentais, durante a adolescência, a terceira geração da descendência masculina de "bisavós" expostas à vinclozolina. 


Os testes foram realizados, em particular, numa situação geradora de stress em que os ratos eram fisicamente imobilizados de forma contínua. E os cientistas constataram então que os ratos cuja bisavó tinha sido exposta ao fungicida eram mais ansiosos e mais sensíveis ao stress do que os outros, apresentando níveis de actividade cerebral mais elevados nas regiões do cérebro associadas ao stress. "A exposição ancestral da nossa bisavó altera o nosso desenvolvimento cerebral e a seguir respondemos ao stress de forma diferente", conclui Skinner.  
A confirmar-se que esta "hereditariedade epigenética transgeracional" também se verifica nos seres humanos, as implicações deste estudo podem ser profundas. "Estamos neste momento na terceira geração humana desde a revolução química, quando os seres humanos começaram a ser expostos a este tipo de toxinas", diz por seu lado David Crews, da Universidade do Texas, co-autor do estudo. " O que temos aqui é um modelo animal desse fenómeno", acrescenta."As nossas capacidades sociais ou o nosso nível de ansiedade em situações de stress poderão ser portanto definidas tanto pela nossa herança epigenética ancestral como pela nossa experiência nos primeiros anos de vida", frisa por seu lado Skinner. Para este cientista, isso poderia permitir explicar por que certas pessoas sofrem de síndrome de stress pós-traumático e outras não. "Não há dúvida de que estamos a assistir a um aumento real de perturbações mentais, como o autismo ou a doença bipolar", diz Crews. "Isso vai para além de uma mudança ao nível do diagnóstico. A questão é saber porquê. Será por vivermos num mundo mais frenético ou por vivermos num mundo mais frenético e ao mesmo tempo estarmos a responder ao frenesim de forma diferente porque fomos expostos? Inclino-me para a segunda opção."

Fonte: publico.pt

Empresário fotografa OVNI no Brasil

Empresário fotografa OVNI no Brasil


Insólita ou não esta imagem foi efetuada pelo Sr. Emival Freitas, durante um passeio de barco no rio Tapirapé "Brasil".

Durante o seu percurso entre as cidades Porto Alegre do Norte e Santa Terezinha realizou esta fotografia sem notar qualquer objeto circundante no céu. So depois ao descarregar a fotografia no seu computador notou que existia algo de anormal. Com uma atenção redobrada e não muito dificíl, viu que tinha capturado algo com a forma de cone.

Empresário nega qualquer adulteração de imagem, da qual tem o apoio e análise de vários profissionais de impressa ao afirmarem que a fotografia se encontra a 100% da sua originalidade sem qualquer alteração. Porem não se descarta a possibilidade de ser alguma espécie de ave que no momento tenha surgido no céu num voo rápido sem que o Sr. Emival Freitas, se tenha apercebido e ter resultado nesta imagem.
É uma possibilidade que não será colocada de parte. O contraste de luminosidade e sombreamento coincide com todos os restantes pormenores da vegetação objeto vs fotografia.

O fotografo em questão reafirma estar a ser honesto na forma da obtenção da sua fotografia.

Pelicanos mortos no Peru

Milhares de pelicanos morrem devido ao aquecimento das águas da costa do Peru


Desde à várias semanas para cá, não há um dia no Peru que passe sem que apareça o corpo de um pelicano morto em uma das inúmeras praias do país. 

Segundo as autoridades, mais de 5.000 pássaros já encalharam desde o final de março, ao longo dos mil quilômetros de litoral que separam Piura, ao norte, da capital Lima. Matéria de Chrystelle Barbier, Le Monde.
Uma calamidade que se soma à misteriosa morte de centenas de golfinhos entre janeiro e abril. Durante esse período, os especialistas do Ministério do Meio Ambiente registraram 877 cadáveres de cetáceos, que encalharam em 250 quilômetros de praia ao norte do Peru. Um balanço subestimado, na opinião de Francisco Ñiquen, presidente da Associação dos Pescadores Artesanais de San Pedro de Porto Etén –a região onde apareceram os corpos dos mamíferos marinhos–, já que ele calcula que quase 3.000 cadáveres chegaram até a costa no espaço de quatro meses.
“Foi o maior encalhe de golfinhos da história do país”, observa o vice-ministro de Desenvolvimento Estratégico dos Recursos Naturais, Gabriel Quijandria, que, no domingo (13), ainda não tinha condições de dar uma explicação oficial para a morte dos cetáceos.

Peixes mortos no Brasil

Mudança brusca na temperatura da água teria causado morte de peixes



A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou ontem o motivo da morte de peixes no último sábado, na Represa de Taiaçupeba, em Mogi das Cruzes, nas proximidades do limite com o município de Suzano. Segundo a companhia, a provável causa teria sido uma inversão térmica - mudança brusca na temperatura da água.

Essa hipótese foi considerada a mais provável, pois o volume de peixes mortos foi reduzido, afetando apenas as espécies de pequeno porte. Além disso, não foi constatada na vistoria da Polícia Ambiental alterações na coloração da água ou a ocorrência de odores.
Segundo a Cetesb, profissionais da agência percorreram todo o trecho, até o início do canal subterrâneo da represa para identificar as possíveis causas da ocorrência como pontos de lançamento de efluentes ou descartes clandestinos de resíduos químicos.