sábado, 26 de maio de 2012

Flor da Vida - Maior segredo da história

Flor da Vida - Maior segredo da nossa história

Este símbolo é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se "A Flor da Vida".
Na verdade, segundo foi revelado a Drunvalo, o símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, menos aqui!...

Cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo conhece esse padrão. Ele é o padrão da criação e da vida, em todo lugar. Na verdade, segundo Drunvalo, não há nenhum conhecimento, absolutamente nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida. Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida por Flor da Vida. 

Motor-perpétuo

O inventor que não se atreve a dizer moto-perpétuo


Quem conhece, geralmente é fascinado pelo assunto. Para quem não sabe o que é fica aqui a explicação: o moto-perpétuo ou moto-contínuo seria uma máquina que iniciado seu movimento, continuaria a girar eternamente, e com velocidade cada vez maior, o que possibilitaria obtermos dela energia.

O inventor canadense Thane Heins, (Ottawa, 46 anos) deixou boquiabierto o professor do MIT, Markuz Zahn  com seu motor  elétrico reformado, máquina na qual trabalha há 23 anos e que batizou como Perepiteia. Experiente em eletrônica e em sistemas electromagnéticos, Zahn diz que acha que estamos diante de algo espetacular.

- "É um fenômeno inusual. Não contava com isso de antemão. Mas vi-o, e é real". Heins sustenta que de algum modo, a máquina consegue converter a fricção magnética num impulso, criando um círculo de retroalimentação positiva que faz que o motor gire ainda mais rapidamente.

Lâmpada que gera mais energia do que consome

Uma lâmpada que gera mais energia do que consome


E se uma simples lâmpada pudesse gerar o dobro da energia do que consome, o que significaria isso para o futuro da energia e da humanidade?

De acordo com cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que estão a explorar esta ideia, isto poderia levar a humanidade a dispensar o petróleo, por exemplo.
Poderia, mas não vai. A história é simples: o dispositivo criado pelos cientistas baseia-se num díodo emissor de luz (LED) que transforma a corrente eléctrica (electrões) em partículas de luz (fotões). O LED recebe 30 picowatts de electricidade e devolve cerca de 70 picowatts, em forma de luz.
A electricidade alimenta os circuitos de LED, que produzem a luz, mas também faz o dispositivo vibrar e resfriar, libertando o calor – o que gera mais fotões. No final do processo… voilá, temos mais energia do que quando começámos.
Os problemas começam agora. Um picowatt é ridiculamente pouco. Seriam precisos 600 triliões de unidades deste LED alterado para gerar electricidade suficiente para ligar um pequeno electrodoméstico.
E mesmo que, algum dia, alguém o fizesse, teria outro problema: o espaço para colocar os LEDs, que ocupariam um tamanho enorme e a energia gerada acabaria por se dissipar pelos triliões de microcircuitos envolvidos.
Voltamos à estaca zero, portanto. “É uma descoberta básica para a ciência”, comentou o investigador Rajeev Ram, do MIT. Ou seja, é interessante para os físicos mas, para já, não para os consumidores.

Fonte: greensavers.pt

NASA divulga vídeo sobre actividade solar

Nasa divulga incrível vídeo sobre a atividade solar


A Nasa colocou a disposição do publico imagens do campo magnético do Sol em vídeo que  mostra a estrela de uma maneira como  nunca vimos anteiromente. 

Os quadros originais estão no comprimento de onda Amgstron 171 de radiação ultravioleta extrema que está atingindo todo o planeta.  O vídeo tem imagens SDO, onde foi aplicado um processo para melhorias de visualização . Este comprimento de onda mostra o plasma na atmosfera solar,  que é chamada de coroa,  medido em cerca de 600.000 na escala Kelvin (temperatura). William Tomson (conhecido como Lord Kelvin) estudando o comportamento dos gases,  descobriu a menor temperatura que um corpo poderia atingir, que seria equivalente a -273°C. A partir daí determinou o ponto zero de sua escala. Criou assim o que chamamos de escala absoluta, pois utiliza um fenômeno universal como referência. Nela a água congela em 273 Kelvin  (K) e ferve a 373 K – repare que não foram utilizado graus, pois esta é a escala absoluta e não uma comparação entre fenômenos como as outras escalas. Os laços representam o plasma mantido no lugar por campos magnéticos. Eles estão concentrados em "regiões ativas", onde os campos magnéticos são os mais fortes. Estas regiões ativas geralmente aparecem em luz visível como manchas solares. Os eventos neste vídeo representam 24 horas de atividade e medidas no diam 25 de setembro de 2011. De lá para cá, a atividade Solar aumentou bastante com as consequentes tempestades solares que atingem frequentemente a Terra.

Portugueses desenvolvem técnica para evitar fertilizantes


Um grupo de estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto vai à Macedónia, no âmbito de uma competição, apresentar um projeto que permite que plantas cresçam sem fertilizantes.

Em declarações à agência Lusa, Mariana Osswald, da equipa de finalistas de bioengenharia, relatou que o projeto consiste na alteração de plantas, nomeadamente para fins agrícolas, para que captem o azoto, sem utilizarem fertilizantes. "O conceito consiste numa tecnologia de interesse agrícola de não usar fertilizantes de azoto no crescimento das plantas", explicou a investigadora, referindo que estes produtos representam um "grande gasto" para os agricultores. Estudantes vão defender projeto na MacedóniaAlém do proveito ecológico, há ganhos financeiros e uma maior produtividade e a inovação pode acelerar o tempo de maturação, acrescentou. Mariana Osswald precisou que, para crescer, as plantas precisam de azoto e não é comum o solo ter quantidade suficiente deste elemento para dispensar fertilizantes. Os investigadores pretendem alterar as plantas para que sejam autossuficientes e obter do ambiente o azoto necessário para crescerem.


fonte: jn.pt

Os mistérios de Vénus

Os mistérios de Vénus

Chamam-lhe “estrela do pastor” ou “estrela da manhã”, mas é tudo menos uma estrela. É um planeta nosso vizinho. 

Juntamente com Marte, Vénus é o planeta mais próximo da Terra. Próximo, mas muito diferente. Começamos a levantar o véu sobre os mistérios deste planeta, quando se aproxima mais um trânsito diante do Sol. Vénus é o segundo planeta do Sistema Solar. É fácil de ser identificado, até mesmo a olho nu: é o objecto mais brilhante do céu a seguir à Lua. Vénus difere grandemente do planeta Terra em relação à sua camada de nuvens que é muito espessa provocando o efeito de estufa que por sua vez contribui para o grande aumento de temperatura e pressão (cerca de 88 atm). No entanto, foram lançadas sondas para estudar este planeta. À superfície, as sondas registaram uma temperatura superior a 400º C e uma atmosfera de densidade 90 vezes superior à da Terra. A sua distância ao Sol é de cerca 108,2 milhões de Km e tem um diâmetro de 12100 Km. O período de rotação é de 220 dias e realiza-se no sentido oposto ao da terra; já o período de translação é de 224,7 dias. 



Inventar o futuro da água

 Inventar o futuro da água

O abastecimento de água é uma questão preocupante à medida que a população mundial cresce. 

Os esgotos sem tratamento são uma ameaça para a saúde humana e contaminam fontes de água potável. Um grande avanço neste campo pode ser uma nova tecnologia desenvolvida por cientistas holandeses. O inventor desta tecnologia é Mark van Loosdrechte está nomeado para o Prémio Inventor Europeu, organizado pelo Instituto Europeu de Patentes, que acontece em junho, em Copenhaga. No final do processo, a água é reintroduzida no ambiente. Uma tecnologia assente num processo natural. Para bem da água, do ambiente e do futuro.



Fonte: pt.euronews.com