Portugueses desenvolvem técnica para evitar fertilizantes
Um grupo de estudantes da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto vai à Macedónia, no âmbito de uma competição, apresentar um projeto que permite que plantas cresçam sem fertilizantes.
Em declarações à agência Lusa, Mariana Osswald, da equipa de finalistas de bioengenharia, relatou que o projeto consiste na alteração de plantas, nomeadamente para fins agrícolas, para que captem o azoto, sem utilizarem fertilizantes. "O conceito consiste numa tecnologia de interesse agrícola de não usar fertilizantes de azoto no crescimento das plantas", explicou a investigadora, referindo que estes produtos representam um "grande gasto" para os agricultores. Estudantes vão defender projeto na Macedónia. Além do proveito ecológico, há ganhos financeiros e uma maior produtividade e a inovação pode acelerar o tempo de maturação, acrescentou. Mariana Osswald precisou que, para crescer, as plantas precisam de azoto e não é comum o solo ter quantidade suficiente deste elemento para dispensar fertilizantes. Os investigadores pretendem alterar as plantas para que sejam autossuficientes e obter do ambiente o azoto necessário para crescerem.
fonte: jn.pt
Em declarações à agência Lusa, Mariana Osswald, da equipa de finalistas de bioengenharia, relatou que o projeto consiste na alteração de plantas, nomeadamente para fins agrícolas, para que captem o azoto, sem utilizarem fertilizantes. "O conceito consiste numa tecnologia de interesse agrícola de não usar fertilizantes de azoto no crescimento das plantas", explicou a investigadora, referindo que estes produtos representam um "grande gasto" para os agricultores. Estudantes vão defender projeto na Macedónia. Além do proveito ecológico, há ganhos financeiros e uma maior produtividade e a inovação pode acelerar o tempo de maturação, acrescentou. Mariana Osswald precisou que, para crescer, as plantas precisam de azoto e não é comum o solo ter quantidade suficiente deste elemento para dispensar fertilizantes. Os investigadores pretendem alterar as plantas para que sejam autossuficientes e obter do ambiente o azoto necessário para crescerem.
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