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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Antena captura energia do ar

Antena de absorção total captura energia do ar



Antena de absorção total captura energia das ondas eletromagnéticas
Colheita de ondas eletromagnéticas
A quantidade de ondas eletromagnéticas que nos cercam é incalculável. Embora elas sejam muito úteis, representam também um enorme desperdício de energia. Ocorre que as ondas de transmissões de rádio, TV, celulares, Bluetooth, Wi-Fi e uma série de outras frequências espalham-se em todas as direções, e grande parte não atinge um aparelho que esteja pronto para recebê-las - e isto é potência desperdiçada. Em outras palavras, essencialmente, tem energia sobrando no ar. Mas pode ser possível recuperar uma parte dessa energia usando o conceito de "colheita de energia", a recuperação de pequenas quantidades de energia do ambiente para uso em equipamentos de baixo consumo ou para armazenamento.

Absorção total
Thamer Almoneef e Omar Ramahi, da Universidade de Waterloo, no Canadá, criaram um sistema de colheita de ondas eletromagnéticas - um tipo especial de antena - baseado no conceito de "absorção total".
Antena de absorção total captura energia das ondas eletromagnéticasO conceito envolve o uso de metamateriais para construir um meio - uma metassuperfície - que nem reflete e nem absorve qualquer potência, o que permite a absorção total das ondas eletromagnéticas incidentes em uma faixa específica de frequências e polarizações. Célula básica da antena de absorção total. [Imagem: Almoneef/Ramahi - 10.1063/1.4916232]. A metassuperfície é formada por "células" de formato preciso, dispostas de forma periódica sobre um material de apoio. As dimensões dessas células e a proximidade umas das outras podem ser ajustadas para absorver quase todas as ondas incidentes. Esta energia é então canalizada por fios, podendo ser utilizada para alimentar aparelhos ou recarregar baterias.

Antena ultraeficiente 
A importância fundamental deste protótipo é que ele demonstra pela primeira vez que é possível coletar essencialmente toda a energia eletromagnética que cai sobre uma superfície. "Nossa pesquisa permite a absorção de muito mais energia do que as antenas clássicas," disse Ramahi. "Isto resulta em uma redução significativa da pegada da superfície de captação de energia. Os terrenos [necessários para instalação] são bens preciosos para a captura de energia - seja ela eólica, hídrica, energia solar ou eletromagnética." Segundo a dupla, a tecnologia poderá ser facilmente estendida para as faixas do infravermelho e do visível. "Já estamos ampliando nosso trabalho para a faixa de frequência do infravermelho e esperamos relatar brevemente uma absorção próxima à unidade nesses regimes de alta frequência," disse Ramahi.

Fonte: inovacaotecnologica.com.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Nova lâmpada


Nova lâmpada dura 40 anos e poupa até 90% da energia

A empresa norte-americana Firefly está a apresentar ao mercado uma nova solução de iluminação, que pode evitar mudar uma lâmpada durante 40 anos e poupar cerca de 90% da electricidade para iluminar a sua casa.

A nova tecnologia baseia-se num pequeno LED colocado dentro da lâmpada e que se pode substituir sempre que necessário.
A empresa, com sede em Austin, no Texas, fabrica uma gama completa de lâmpadas Smart LED, que podem substituir as lâmpadas tradicionais sem necessidade de acessórios extra, tanto em edifícios residenciais como comerciais. 
Estas novas lâmpadas têm um dissipador de calor à volta da unidade, que remove o calor da lâmpadas e reduz a temperatura em 32%, prolongando a vida da lâmpada.
Para além deste dissipador de calor, a empresa patenteou uma tecnologia que permite uma lâmpada funcional e eficiente, capaz de funcionar apenas a 5% da sua capacidade.
O preço das novas lâmpadas é ligeiramente mais alto que as tradicionais, à volta de €27 (R$70), mas ela paga-se, de acordo com os responsáveis da empresa norte-americana, em apenas alguns meses. Em alguns anos, as poupanças em electricidade serão brutais.

Fonte: greensavers.sapo.pt

domingo, 12 de agosto de 2012

DNA dá nova vida à luz dos LEDs

DNA dá nova vida à luz dos LEDs


DNA de salmão

O nome eletrônica orgânica sempre causa confusão, com os semicondutores à base de carbono sendo confundidos com coisas vivas. Talvez agora a confusão aumente um pouco, uma vez que James Grote, da Universidade de Dayton, nos Estados Unidos, usou DNA para construir um LED. E os ganhos não foram poucos: o LED de DNA tem uma luz mais agradável aos olhos humanos - é uma luz mais "quente" -, é mais brilhante, consome menos energia e tem uma vida útil mais longa. Não se trata de nenhum "LED vivo", mas a mudança é inusitada: o pesquisador substituiu a camada fosforescente do LED, geralmente feita com uma mistura à base de epóxi, por uma camada de ácido desoxirribonucleico (DNA), processada a partir de ovas e esperma de salmão. Esse DNA processado é um produto já disponível comercialmente, fabricado no Japão a partir de resíduos da indústria pesqueira. Embora a produção seja pequena, mais voltada para pesquisas, o fato de usar como matéria-prima algo que é descartado pela indústria torna o material potencialmente muito barato.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Gerador piroelétrico transforma calor em eletricidade

Gerador piroelétrico transforma calor em eletricidade



Perda de calor

Um fenômeno observado pela primeira vez por um filósofo grego, há 2.300 anos, está se tornando a base para um novo dispositivo que pretende nada menos do que aproveitar o calor desperdiçado hoje. Zhong Lin Wang e seus colegas da Universidade de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, ponderam que mais de 50% da energia gerada a cada ano vai para o lixo. Em sua maior parte, ela é desperdiçada no ambiente na forma de calor, por computadores, carros, linhas de transmissão de longa distância, e uma infinidade de outros "vazamentos de energia". Para tentar capturar esse calor, e reconvertê-lo em eletricidade, eles projetaram um gerador piroelétrico, que tem potencial para ser colocado ao lado dos dispositivos que aquecem quando funcionam, transformando esse calor em eletricidade.

Efeito piroelétrico

O calor pode ser convertido em eletricidade aproveitando o chamado efeito piroelétrico, descrito pela primeira vez pelo filósofo grego Teofrasto, em 314 AC. Teofrasto percebeu que a turmalina, quando aquecida, produzia eletricidade estática, atraindo pedaços de palha. O aquecimento e o resfriamento rearranjam a estrutura molecular de certos materiais, incluindo a turmalina, criando um desequilíbrio de elétrons, gerando uma corrente elétrica. A conversão termoelétrica geralmente é feita explorando o efeito Seebeck, mas os cientistas argumentam que o efeito piroelétrico é mais eficiente em ambientes onde a temperatura é espacialmente uniforme, sem gradientes.

domingo, 17 de junho de 2012

Gota deslizante gera eletricidade

Gota deslizante gera eletricidade



Rolamento energético

Pesquisadores da Universidade de Vestfold, na Noruega, criaram um dispositivo capaz de gerar energia elétrica aproveitando o movimento de uma única gota rolando de um lado para o outro. Pertencente ao emergente campo da colheita de energia, a nova tecnologia poderia ser usada como uma fonte de eletricidade para dispositivos portáteis de baixo consumo. Zhaochu Yang e seus colegas afirmam que ele seria especialmente adequado para a colheita de energia a partir de fontes que apresentam vibrações de baixa frequência, como o movimento do corpo humano.

sábado, 9 de junho de 2012

Energia do calor

Bateria termal armazena calor sem esquentar
Os combustíveis líquidos cabem bem em tanques, a eletricidade fica bem comportada dentro de baterias, e até a energia cinética pode ser guardada em rodas voadoras.

Mas como guardar calor?
O calor é uma excelente forma de energia, usado sobretudo para ser transformado em eletricidade - usinas a gás, a diesel, a carvão ou nucleares, são todas usinas termoelétricas, que convertem calor em eletricidade. Ocorre que apenas cerca de metade do calor gerado nas termoelétricas é efetivamente convertido em eletricidade. Já em outras atividades, a quase totalidade do calor gerado pelo homem é simplesmente desperdiçado, lançado no ambiente.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Avião solar

Avião solar completa 1º voo intercontinental

O piloto suíço Bertrand Piccard acaba de completar o primeiro voo intercontinental da história num avião solar, sem usar uma gota de combustível. 

Na última escala, o avião que pilotou, o Solar Impulse, descolou de Madrid, para ao fim de 19 horas de voo aterrar esta terça-feira em Rabat, Marrocos. Eram 23h25 locais.Bertrand Piccard, de 54 anos, médico de formação, faz parte de uma família com uma longa tradição de exploradores e cientistas. O seu avô, Auguste Piccard, inventou na década de 1940 o batíscafo, primeiro submersível do mundo, que em 1960 seria utilizado no primeiro mergulho ao local mais fundo dos oceanos, a Fossa das Marianas, no Pacífico – a bordo ia o pai de Bertrand, o oceanógrafo Jacques Piccard, além do tenente norte-americano Don Walsh. Bertrand Piccard não é um novato neste tipo de aventuras. Em 1992, ganhou, com o belga Wim Verstraeten, a primeira corrida de balão transatlântica (a Chrysler Challenge). Na sequência dessa vitória, e ao fim de três tentativas, conseguiu dar a primeira volta ao mundo de balão sem paragens. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Satélites que fornecem energia à Terra

NASA quer lançar satélites que fornecem energia à Terra

A Agência Espacial dos EUA (NASA) acaba de dar luz verde a um projeto de desenvolvimento de satélites que captam e enviam a energia do sol para as redes elétricas terrestres.

Nas últimas décadas, por mais de uma vez, investigadores e empreendedores tentaram convencer a NASA a desenvolver satélites que pudessem atuar como painéis solares gigantes, que abastecem a Terra com a energia necessária para o dia-a-dia. Segundo a Physorg, a NASA decidiu finalmente avançar com o arrojado conceito, providenciando o financiamento necessário à empresa Artemis Innovation Managementy Solutions para dar os primeiros passos rumo ao desenvolvimento de um painel solar orbital. John Mankins, um ex-investigador da NASA que está a liderar o projeto, já fez saber que pretende inspirar-se na natureza em geral, e nas pétalas das flores em especial: o painel solar orbital deverá ser constituído por múltiplos espelhos que captam e direcionam a luz do astro-rei para células solares. A energia armazenada por essas células solares será, posteriormente, convertida em micro-ondas e “transmitida” para uma estação terrestre capaz de introduzir esse fluxo energético na rede elétrica convencional. Sem quererem comprometer-se com um número preciso, os líderes do projeto admitem que a produção energética de um “satélite solar” possa chegar a dezenas de milhares de megawatts. Ainda não há datas para o lançamento do novo satélite, mas a Nasa já criou na Net uma página dedicada ao projeto, que foi batizado de Solar Power Satellite via Arbitrarily Large PHased Array (SPS-ALPHA).

Fonte: exameinformatica.sapo.pt

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Baratas e flexíveis

Avanço sólido das células solares orgânicas


As células solares fotovoltaicas, feitas de silício, são eficientes, mas não são baratas. Suas competidoras mais promissoras são as células solares orgânicas, que, de certa forma, imitam a fotossíntese.

Elas podem ser muito mais baratas do que as células solares de silício porque podem ser fabricadas por impressão, e podem ser impressas sobre superfícies flexíveis, adaptando-se melhor à arquitetura das construções e dos objetos. Esse tipo alternativo de célula solar também é conhecido pela sigla DSC (Dye-Sensitized Solar Cells - células solares sensibilizadas por corantes), ou como células solares de Gratzel.

sábado, 26 de maio de 2012

Motor-perpétuo

O inventor que não se atreve a dizer moto-perpétuo


Quem conhece, geralmente é fascinado pelo assunto. Para quem não sabe o que é fica aqui a explicação: o moto-perpétuo ou moto-contínuo seria uma máquina que iniciado seu movimento, continuaria a girar eternamente, e com velocidade cada vez maior, o que possibilitaria obtermos dela energia.

O inventor canadense Thane Heins, (Ottawa, 46 anos) deixou boquiabierto o professor do MIT, Markuz Zahn  com seu motor  elétrico reformado, máquina na qual trabalha há 23 anos e que batizou como Perepiteia. Experiente em eletrônica e em sistemas electromagnéticos, Zahn diz que acha que estamos diante de algo espetacular.

- "É um fenômeno inusual. Não contava com isso de antemão. Mas vi-o, e é real". Heins sustenta que de algum modo, a máquina consegue converter a fricção magnética num impulso, criando um círculo de retroalimentação positiva que faz que o motor gire ainda mais rapidamente.

Lâmpada que gera mais energia do que consome

Uma lâmpada que gera mais energia do que consome


E se uma simples lâmpada pudesse gerar o dobro da energia do que consome, o que significaria isso para o futuro da energia e da humanidade?

De acordo com cientistas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), que estão a explorar esta ideia, isto poderia levar a humanidade a dispensar o petróleo, por exemplo.
Poderia, mas não vai. A história é simples: o dispositivo criado pelos cientistas baseia-se num díodo emissor de luz (LED) que transforma a corrente eléctrica (electrões) em partículas de luz (fotões). O LED recebe 30 picowatts de electricidade e devolve cerca de 70 picowatts, em forma de luz.
A electricidade alimenta os circuitos de LED, que produzem a luz, mas também faz o dispositivo vibrar e resfriar, libertando o calor – o que gera mais fotões. No final do processo… voilá, temos mais energia do que quando começámos.
Os problemas começam agora. Um picowatt é ridiculamente pouco. Seriam precisos 600 triliões de unidades deste LED alterado para gerar electricidade suficiente para ligar um pequeno electrodoméstico.
E mesmo que, algum dia, alguém o fizesse, teria outro problema: o espaço para colocar os LEDs, que ocupariam um tamanho enorme e a energia gerada acabaria por se dissipar pelos triliões de microcircuitos envolvidos.
Voltamos à estaca zero, portanto. “É uma descoberta básica para a ciência”, comentou o investigador Rajeev Ram, do MIT. Ou seja, é interessante para os físicos mas, para já, não para os consumidores.

Fonte: greensavers.pt

Inventar o futuro da água

 Inventar o futuro da água

O abastecimento de água é uma questão preocupante à medida que a população mundial cresce. 

Os esgotos sem tratamento são uma ameaça para a saúde humana e contaminam fontes de água potável. Um grande avanço neste campo pode ser uma nova tecnologia desenvolvida por cientistas holandeses. O inventor desta tecnologia é Mark van Loosdrechte está nomeado para o Prémio Inventor Europeu, organizado pelo Instituto Europeu de Patentes, que acontece em junho, em Copenhaga. No final do processo, a água é reintroduzida no ambiente. Uma tecnologia assente num processo natural. Para bem da água, do ambiente e do futuro.



Fonte: pt.euronews.com

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Molécula gera carga eléctrica

Universidade de Aveiro: Molécula no corpo humano pode gerar carga eléctrica

Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro fez uma descoberta que pode trazer mais um avanço na medicina. Os cientistas chegaram à conclusão que há uma molécula no corpo humano capaz de gerar carga elétrica e que pode ser utilizada, por exemplo para alimentar um pacemaker, que passaria a dispensar a pilha.


Fonte: sicnoticias.pt

sábado, 19 de maio de 2012

Energia limpa e livre - SEG John Searl

Tecnologia Efeito Searl - SEG - Energia livre e ilimitada.


Supressão de Energia Livre é uma teoria que alega que a tecnologia que pode transformar os atuais métodos de produção de energia elétrica tem vindo a ser reprimida por certos grupos económicos. 

Estes grupos geralmente estão associados à indústria petrolifera e energia nuclear, e esforçam-se por manter esta tecnologia energética  porque lhes é extremamente rentável. Em 1960, o Professor John Searl construiu geradores de eletricidade que não usavam nenhuma energia  mas acabou por ser preso. O professor, foi acusado de estar a roubar eletricidade, apesar  de alimentar a sua casa com energia gerada pelo seu  próprio gerador.   Para além de preso, os seus projetos foram confiscados e até hoje ainda não foram recuperados. O inventor tem passado por tempos difíceis mas  ainda não desistiu e dedicou-se a reunir os fundos e os talentos necessários para que pudesse reproduzir o que já havia desenvolvido na década de 60. Com o tempo, conseguiu emprego numa empresa Britânica, onde teve acesso a um laboratório com equipamentos e ferramentas,  conseguindo por várias vezes, atingir o seu objectivo mas todas as tentativas renderam infrutíferas e terminaram em frustração. 




sexta-feira, 18 de maio de 2012

Apple investe em energias

Apple investe em energias renováveis

 


Washington – A Apple informou esta quinta-feira, 17 de Maio, que, até ao final do ano, vai passar a utilizar apenas energias renováveis no seu principal centro de dados, localizado na Carolina do Norte, Estados Unidos.


A fabricante do iPad anunciou que o centro de dados vai ser melhorado com a construção de duas instalações de painéis solares, desenvolvidas pelas empresas SunPower Corp e Startup Bloom Energy, com capacidade para fornecer até 84 milhões de kWh de energia por ano. No mês de Abril, a Greenpeace, no relatório «How Clean is Your Cloud», acusou várias empresas tecnológicas, entre as quais, a Apple, de utilizarem «energias sujas» nos seus serviços em nuvem.


Fonte: Jornal Digital

Eletricidade é gerada por vírus

Energia viral: Eletricidade é gerada por vírus

O protótipo do biogerador de vírus está sob o dedo do pesquisador. Pressionado, o dispositivo gera energia suficiente para alimentar o painel LCD


Biogerador

Mas um vírus comedor de bactérias, chamado bacteriófago M13, pode virar o jogo, e se transformar em uma nova opção no emergente campo da "colheita de energia", que busca dispositivos capazes de gerar potências suficientes para alimentar aparelhos eletrônicos portáteis. A técnica mais usada nesses pequenos nanogeradores de energia emprega materiais piezoelétricos, que geram energia quando são submetidos a uma tensão mecânica - quando são apertados ou dobrados.

Seung-Wuk Lee e seus colegas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, queriam uma opção mais biológica e mais "verde" do que as ligas piezoelétricas tradicionais. Eles se voltaram então para um material biológico que possui a propriedade da piezoeletricidade: vírus geneticamente modificados.