sexta-feira, 8 de junho de 2012

Chuva vermelha pode conter células extraterrestres

Chuva vermelha pode conter células extraterrestres


Investigadores afirmam que organismo pode reproduzir-se a 121 graus de temperatura.

Em 2001, os habitantes de Kerala, no sul da Índia, acostumaram-se a uma chuva de cor vermelha que caiu durante dois meses nas ruas da sua cidade. Godfrey Louis, físico da Universidade de Cochin de Ciência e Tecnologia interessou-se pelo fenómeno e recolheu várias amostras do que parecia um vulgar caso de contaminação. Sob o microscópio observou que a água não tinha pó nem areia mas continha algo com muito mais impacto: estava repleta de células vermelhos, muito parecidas aos dos micróbios da Terra, mas sem provas de DNA.

Novo teste

Novo teste pode desvendar 3000 doenças no feto

Um grupo de cientistas norte-americanos conseguiu sequenciar o genoma de um feto às 18 semanas de gestação, utilizando para isso apenas uma amostra de sangue da mãe e de saliva do pai. 

Consequência disso é que o novo teste pode, no futuro, ajudar a detectar cerca de 3000 doenças, antes do nascimento. Até agora os investigadores já conseguiam ler o genoma dos fetos através do líquido amniótico. Contudo, o exame necessário, a amniocentese (uma técnica invasiva), apesar de amplamente utilizada pela medicina, acarretava alguns riscos para a gravidez. Há dois anos um grupo conseguiu também sequenciar o genoma do bebé a partir do sangue da mãe, mas a análise revelou-se mais incompleta, uma vez que carecia de amostras paternas. A experiência ainda está confinada aos laboratórios mas, à semelhança das outras descobertas, o avanço reacende o debate sobre as questões éticas do diagnóstico pré-natal e eventuais decisões que se sucedem.

Misterioso evento cósmico

Misterioso evento cósmico do século VIII ficou gravado em cedros milenares do Japão

Cientistas da Universidade de Nagóia, Japão, descobriram, nos anéis de crescimento correspondentes aos anos 774 e 775 d.C. de dois cedros históricos, um aumento excepcional da concentração de carbono 14. 

Excepcional pela rapidez - ocorreu em apenas um ano - e por ter sido de 1,2%, quando a variação anual deste isótopo do carbono não costuma ultrapassar os 0,05%. Fusa Miyake e colegas atribuem, na revista Nature, o fenómeno gravado nos troncos dessas árvores a um aumento espectacular dos raios cósmicos que atingiram a Terra naquela altura. Os raios cósmicos são partículas subatómicas que vêm do espaço e que, ao interagirem com a atmosfera terrestre, produzem, entre outros elementos, carbono 14.