domingo, 27 de maio de 2012

Nassim Haramein: "A Terra Não Revolve à Volta do Sol!"

Nassim Haramein: "A Terra Não Revolve à Volta do Sol!"


Apresentamos a seguir o resumo de uma nova teoria sobre os movimentos dos corpos celestes no universo elaborada por Nassim Haramein, da Fundação "Resonance Project".

O vídeo dá-nos uma explicação de como a Terra, para além de rodar sobre o seu eixo e girar à "volta" do sol, ela "segue" o movimento do sol através da galáxia Via Láctea, numa espiral contínua, e não num mero plano elíptico. Podemos então perceber que nos encontramos num universo em três dimensões, em oposição ao universo aceite de duas dimensões.

Células estaminais

Cientistas fizeram da pele coração 

Pela primeira vez, cientistas conseguiram transformar células da pele de doentes cardíacos em células do coração. Mais: uma vez transplantadas para um coração, as células ligaram-se ao tecido cardíaco.

A equipa de Lior Gepstein, do Instituto de Tecnologia de Israel, retirou células da pele de dois homens, de 51 e 61 anos, que sofriam de insuficiência cardíaca. Em seguida, obrigaram-nas a tornar-se células estaminais - ou seja, células que têm capacidade de originar todos os tipos de tecidos do organismo. Nos embriões, as células estaminais surgem ao fim de alguns dias de desenvolvimento e dão origem a todos os tipos de células - desde as da pele até às do estômago, ou seja, a células já diferenciadas. Os avanços nesta área já permitiram levar células humanas adultas, que são diferenciadas e especializadas, como as da pele, a regressar a um passado celular, como se fossem estaminais embrionárias. Essas células estaminais induzidas foram depois transformadas em células do coração. Estas experiências ocorreram com células de pessoas saudáveis e jovens. A ideia é, um dia, criarem-se tecidos com as células do doente, sem risco de rejeição. 

Detecção de cancro do pâncreas

Estudante de 15 anos premiado por inovador método de detecção de cancro do pâncreas

Um estudante de 15 anos, de Maryland, nos EUA, foi galardoado com um prémio científico por descobrir um inovador método de detecção do cancro do pâncreas.

O jovem Jack Andraka foi o vencedor da Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel com a sua invenção, inspirada pela morte do seu tio. «É isso na ciência que é muito fixe para mim, podermos afectar a vida dos outros», comentou Andraka. «Basicamente podemos fazer qualquer coisa com a ciência», referiu. O estudante desenvolveu uma vareta sensorial capaz de detectar não só o cancro do pâncreas, como também cancro dos ovários e dos pulmões. O seu método tem uma precisão de 90% e é 28 vezes mais rápido que os métodos já conhecidos, além de ser muito mais barato. De acordo com o RawStory.com, o seu método é também 100 vezes mais «sensível» que os métodos correntes. Andraka viu a sua proposta recusada por mais de 200 investigadores, até que o doutor Anirban Maitra da Universidade Johns Hopkins acedeu ao seu pedido e deixou-o usar o laboratório para criar o dispositivo. «[O cancro do pâncreas] é, sem dúvida, uma das mais letais doenças conhecidas da Humanidade, e muito, muito poucas pessoas sobrevivem», afirmou o investigador.




Fonte: diariodigital.sapo.pt

Salvar Machu Picchu


UNESCO propõe medidas para salvar Machu Picchu



Um grupo de especialistas da UNESCO que foi enviado ao Peru para analisar a conservação de Machu Picchu remeteu um conjunto de medidas para salvar aquela região arqueológica.

Em causa está o aumento demográfico da população de Águas Calientes, que ameaça a cidade inca. Os peritos defendem que as autoridades devem tomar medidas urgentes para garantir conservação daquele sítio. A chefe da UNESCO para a América Latina, Nuria Sanz, alertou para os perigos que Machu Picchu atravessa, citada pela agência AFP: «É preciso criar uma dinâmica que permita um controlo e regulamento exigente de respeito para com o sítio, bem como para os turistas.» A UNESCO fez saber que a missão dos investigadores era encontrar, através de colaboração com as autoridades peruanas, a melhor solução para a conservação de Machu Picchu. Estima-se que a famosa cidadela tenha sido edificada no século XV pelo imperador inca Pachacutec. Em 1983 foi declarada património cultural da humanidade.

Fonte: abola.pt

Busca de vida em Marte

Meteoritos de Marte têm moléculas orgânicas, mas não biológicas


"Moléculas orgânicas descobertas em meteorito marciano". Se isto lhe parece familiar, eventualmente até com um cheiro de naftalina, não precisa se preocupar.

Juntamente com as "descobertas de água em Marte" e as impressionantes "descobertas de água na Lua", em volumes que chegaram a ser comparados aos oceanos da Terra, o assunto é polêmico e, por isso mesmo, repetitivo. Moléculas com grandes cadeias de carbono e hidrogênio - os chamados blocos básicos de construção de toda a vida na Terra -, têm sido alvos das missões a Marte desde as sondas Viking, nos anos 1970. Pelo menos 10 anos antes disso, essas moléculas já haviam sido encontradas em meteoritos de Marte caídos aqui na Terra. Mas, desde essas primeiras descobertas, os cientistas têm discordado sobre como essas moléculas orgânicas teriam se formado, e se elas teriam ou não vindo realmente de Marte.


Consumo massivo aumenta nível dos oceanos

Utilização humana da água faz subir o nível dos oceanos

Estudo foi publicado na revista Nature Geoscience. O aumento do nível dos oceanos nas últimas décadas não é todo explicável pelo degelo de glaciares e superfícies geladas nos círculos polares. 

A utilização da água pelos seres humanos, em diferentes atividades, como a irrigação na agricultura, o próprio armazenamento da água e os transvases que muitos vezes lhes estão associados são responsáveis por quase metade do valor da subida dos oceanos entre 1961 e 2003. É o resultado de um estudo publicado hoje na Nature Geoscience. A avaliação foi feita por investigadores japoneses e dos Estados Unidos que desenvolveram um modelo de cálculo para chegar a esta conclusão. De acordo com as medições feitas pelas redes mundiais de marégrafos, o nível global dos oceanos aumentou em média 1,8 milímetros por ano, entre 1961 e 2003. No entanto, apenas 1,1 milímetros por ano, naquele mesmo período, era exclusivamente atribuível a consequências do aquecimento global, entre os degelos e o aumento da temperatura superficial das águas oceânicas, já que esse aquecimento induz uma dilatação térmica.