quinta-feira, 7 de junho de 2012

Avião solar

Avião solar completa 1º voo intercontinental

O piloto suíço Bertrand Piccard acaba de completar o primeiro voo intercontinental da história num avião solar, sem usar uma gota de combustível. 

Na última escala, o avião que pilotou, o Solar Impulse, descolou de Madrid, para ao fim de 19 horas de voo aterrar esta terça-feira em Rabat, Marrocos. Eram 23h25 locais.Bertrand Piccard, de 54 anos, médico de formação, faz parte de uma família com uma longa tradição de exploradores e cientistas. O seu avô, Auguste Piccard, inventou na década de 1940 o batíscafo, primeiro submersível do mundo, que em 1960 seria utilizado no primeiro mergulho ao local mais fundo dos oceanos, a Fossa das Marianas, no Pacífico – a bordo ia o pai de Bertrand, o oceanógrafo Jacques Piccard, além do tenente norte-americano Don Walsh. Bertrand Piccard não é um novato neste tipo de aventuras. Em 1992, ganhou, com o belga Wim Verstraeten, a primeira corrida de balão transatlântica (a Chrysler Challenge). Na sequência dessa vitória, e ao fim de três tentativas, conseguiu dar a primeira volta ao mundo de balão sem paragens. 

Vidro ultrafino e flexível

Companhia norte-americana cria vidro ultrafino e flexível

A companha norte-americana Corning lançou um tipo de vidro ultrafino e flexível que pode ser «embrulhado» à volta de um objeto. O produto, baptizado de Willow Glass foi desenvolvido pela mesma empresa que criou o Gorilla Glass, usado para em écrans para telemóveis.

De acordo com a Corning, a invenção servirá não apenas para produtos como écrans de smartphones, mas também para outros que não têm forma plana.
O vidro flexível foi mostrado pela primeira vez durante uma feira comercial realizada na cidade norte-americana de Boston. O protótipo exibido em Boston era tão fino como uma folha de papel. A empresa afirmou que pode chegar a ter uma espessura de apenas 0,05 milímetros - bem mais fino, portanto, do que a espessura média dos écrans atuais de smartphones, que medem entre 0,2 milímetros ou 0,5 milímetros. O material utilizado para fazer o Willow Glass é resultado do processo de produção de vidro da empresa, denominado de Fusion. O vidro ultrafino e flexível pode ser obtido através da dissolução dos mesmos ingredientes a uma temperatura de 500 graus, sendo em seguida produzida uma folha contínua que pode ser desenrolada através de um mecanismo semelhante ao que é usado no processo de impressão. Acredita-se que no futuro o Willow Glass poderá vir a substituir o já amplamente utilizado Gorilla Glass, utilizado em diversos smartphones e tablets. Numa feira realizada este ano em Las Vegas, a Corning já tinha divulgado o Gorilla Glass 2, que disse ser 20% mais fino do que o produto original, mas dotado da mesma resistência..


Dilúvio bíblico

Cientista apresenta novas “provas” do dilúvio bíblico

Durante décadas, os livros de ciências das escolas têm ensinado que a Terra tem bilhões de anos e tudo começou com a explosão do Big Bang. Mas Walt Brown, diretor do Centro Científico de Criação, no Estado do Arizona, questiona isso.

Ele é formado pelo Instituto Militar de Ensino Superior de West Point, tem um Ph.D em Engenharia Mecânica pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, é membro da National Science Foundation, atuou como professor titular da Academia da Força Aérea e foi chefe de Estudos Científicos e Tecnológicos no Air War College. Hoje ele se define como um “cientista cristão”, mas conta que viveu anos sendo um ateu defensor do evolucionismo. Brown está bastante familiarizado com todos os argumentos contra os relatos bíblicos, mas hoje se dedica a pesquisar e escrever sobre os aspectos científicos dos relatos de Gênesis.  

Céu branco

Geoengenharia pode destruir azul do céu

Há mais críticos do que adeptos às propostas de manipular deliberadamente o clima terrestre, que é a proposta básica da geoengenharia.

Recentemente, um experimento para testar a ideia de aspergir água do mar a uma altitude de 1 km na atmosfera, proposto por cientistas do Reino Unido, foi proibido pelas autoridades.  Além dos efeitos não previstos, a ideia de injetar aerossóis na alta atmosfera da Terra para minimizar os efeitos do aquecimento global pode ter um efeito bem visível: destruir o azul do céu.