quarta-feira, 20 de junho de 2012

O tempo irá parar completamente.

O tempo irá parar completamente.


Após um estudo, parece que a ideia de que “o tempo não para” pode estar com os dias contados. 

Segundo teoria desenvolvida por pesquisadores da Universidade do País Basco e da Universidade de Salamanca (Espanha), o tempo está gradualmente desacelerando e, algum dia, irá simplesmente parar.
Ao observar supernovas distantes (estrelas que “explodiram”), astrônomos perceberam que as partículas que elas emitem parecem se mover mais rápido do que as daquelas que estão mais próximas de nós. Alguns acreditam que esse fenômeno é explicado pela “energia escura” – uma espécie de força gravitacional.
Como alternativa, os pesquisadores Jose Senovilla, Marc Mars e Raul Vera propõem que, na verdade, o tempo está se desacelerando e, por isso, as tais partículas se movem mais rápido. Daqui a alguns bilhões de anos, o tempo terá se desacelerado até parar. “Tudo estará congelado, como numa foto, para sempre”, disse o prof. Senovilla.

Hélice de escuridão vai onde nenhuma luz jamais foi antes

Hélice de escuridão vai onde nenhuma luz jamais foi antes


Os pulsos de luz e escuridão alternados (a) são manipulados para criar uma hélice dentro da outra (b). Desprezando-se a luz, têm-se a hélice de escuridão. 

Escuridão torcida

Depois que descobriram como produzir disparos de escuridão, foi um passo para que os cientistas construíssem um antilaser, uma espécie de "raio das trevas", já que ele consome a luz que o atinge, produzindo escuridão e calor. Enquanto isso, seus colegas que continuam trabalhando com pulsos de luz, e não com pulsos de escuridão, aprimoraram as técnicas da chamada luz torcida, a tal ponto que hoje já se pode falar em manipular a luz à vontade. Agora, o Dr. Ole Steuernagel, da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, acredita ser possível unir as duas coisas, e produzir "hélices de escuridão". Segundo ele, torcer a escuridão, em vez de torcer a luz, tem uma vantagem imbatível: livrar-se das restrições do comprimento de onda da luz, permitindo alcançar resoluções impensáveis hoje, por exemplo, na litografia usada para construir os processadores de computador.

Maior câmera digital do mundo

Maior câmera digital do mundo compartilhará dados com o público

Do tamanho de um carro e pesando mais de 3 toneladas, a maior câmera digital do mundo rastreará todo o céu do hemisfério Sul a cada semana.

Sinopse celeste

Quando o LSST entrar em operação, todo o céu do hemisfério Sul será fotografado a cada cinco dias, em seis faixas diferentes do espectro eletromagnético. Como a maioria das pesquisas astronômicas tem sido historicamente feita com telescópios no hemisfério Norte, o Large Synoptic Survey Telescope (LSST) promete adicionar várias páginas que continuam faltando no livro da astronomia mundial. O Grande Telescópio de Rastreio Sinóptico - uma tradução livre do nome do equipamento - deve seu nome justamente a essa ampla visão do céu: a palavra grega synopsis refere-se a olhar para todos os aspectos de alguma coisa - neste caso, o céu do hemisfério Sul. E, para olhar bem, o telescópio contará com o maior "olho eletrônico" já construído: uma câmera digital com 3,2 bilhões de pixels. A atual detentora do título de maior câmera digital do mundo tem 1,4 gigapixel.

'Som' do silêncio pode levar à loucura

Testes foram realizados na câmara anecóica dos Laboratórios Orfield


A câmara anecóica criada pelos Laboratórios Orfield (Minnesota, EUA) entrou para o livro dos Récordes Guinness por conseguir absorver 99,99 por cento do som. 

Até agora, nenhum ser humano conseguiu ficar lá dentro mais de 45 minutos sem começar a desenvolver sintomas de falta de equilíbrio e perda de controlo. 'Escutar' tanto silêncio pode mesmo levar à loucura, concluem os investigadores que estudaram o efeitos ao longo do tempo que as pessoas conseguiram ficar dentro da câmara.  A absorção do som deve-se a um sistema 'box in box' (caixa dentro de caixa). As caixas têm paredes duplas de aço e a caixa interna é suportada por um sistema de molas com paredes cobertas com fibra de vidro de forma piramidal. Este tipo de câmaras é utilizada por vários tipo de empresas, entre elas as de electrodomésticos para que consigam determinar o ruído gerado pelos seus produtos. As experiências sobre o efeito no ser humano têm sido bastante pertinentes para aferir a capacidade da resistência ao silêncio. A falta de som a este nível provoca tensão no cérebro humano, podendo conduzir à perda de controlo e à loucura. Isto acontece porque quando não existe nenhum som num espaço, o ouvido humano faz todo o possível para localizar uma fonte de som. Isto leva a que seja o próprio corpo a converter-se no gerador de som. Os que viveram a experiência de permanecer nesta câmara durante um tempo prolongado começaram a ouvir os sons da sua respiração, o bater do coração e mesmo dos intestinos. Assim, a mente acaba por perder o controlo.

Fonte: cienciahoje.pt