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sábado, 17 de setembro de 2016

4º maior meteorito do mundo é descoberto na Argentina

Meteoros ainda caem do céu com regularidade, e um meteoro atingiu e matou um homem na Índia no início deste ano. Ainda mais perturbador, um meteorito enorme e inesperado passou ‘raspando’ pela Terra neste mês, entre o nosso planeta e a Lua.

Estes eventos e estruturas geológicas, tais como a cratera de 60 km de diâmetro no estado do Arizona (EUA), nos diz que a Terra tem sido vítima de muitos impactos violentos através de sua história.

Agora, uma nova descoberta numa remota região da Argentina, mostra que enormes objetos extraterrestres que caem na Terra podem ser mais comuns do que pensávamos.
A cratera de um meteoro no Arizona foi criada quando um meteorito metálico de 50 metros de diâmetro impactou a Terra.

Uma cratera de meteoro no Arizona, EUA.


De acordo com a agência de notícias argentina, La Nación, um meteorito pesando 30 toneladas foi encontrado próximo da pequena cidade de Gancedo, a 1.085 quilômetros norte da capital Buenos Aires.  Um meteorito pesando perto de 28 toneladas também foi encontrado anteriormente próximo do mesmo local.

O Campo del Cielo, onde o meteorito foi encontrado, foi uma vez uma área de muita atividade de meteoritos. Por volta de quatro mil anos atrás, uma chuva de meteoros caiu nesta área do norte da Argentina, deixando dezenas de crateras e meteoritos espalhados pela paisagem. Além deste novo meteorito, o segundo maior meteorito do mundo também foi descoberto nesta região.

O meteorito sendo retirado da terra.


De acordo com Mario Vesconi, presidente da Associação Astronômica de Chaco, o peso oficial do meteorito, chamado de Meteorito Gancedo, foi um choque uma vez que foi pesado:

“Embora esperássemos um peso maior do que tinha sido registrado, não esperávamos que ele excedesse 30 toneladas, […] o tamanho e o peso nos surpreendeu.”


A equipe que escavou o meteorito reportou ter dificuldades em remover a rocha espacial do solo, devido à água na cratera. Assim, a equipe gostaria de reavaliar o peso do meteorito, uma vez que ele tenha sido removido e transferido para um local seguro.

O maior meteorito já encontrado permanece sendo o meteorito Hoba, encontrado na Namíbia em 1920.

Meteorito Hoba, da Namíbia, o maior meteorito conhecido no mundo.

https://www.youtube.com/watch?v=q7OGZpVbI6I

Fonte: mysteriousuniverse.org

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Stephen Hawking usa milhões na procura de extraterrestres

O famoso físico Stephen Hawking aliou-se a um multimilionário russo para conseguir financiamento para a procura de vida extraterrestre.



A intenção de ambos foi anunciada esta segunda-feira, com Hawking a justificar a iniciativa, que terá 100 milhões de dólares (cerca de 92 milhões de euros). "Estamos vivos. Somos inteligentes. Precisamos de saber", disse, com a ajuda da voz computorizada que o tem acompanhado ao longo da vida, devido à doença neurológica de que padece.


O multimilionário russo Yuri Milner (que fez fortuna ao investir em empresas como o Facebook) também justificou o investimento no projeto, garantindo que o poder de Silicon Valley tem de ser aproveitado e que vai financiá-lo durante, pelo menos, dez anos. "O alcance da nossa pesquisa não terá precedentes: vamos pesquisar um milhão de estrelas próximas, o centro da nossa galáxia e cerca de cem galáxias nas proximidades", garantiu, numa conferência de imprensa, em Londres. Este é, até ao momento, o maior projeto científico de pesquisa por vida extraterreste de que há memória. Inclui um programa de "audição" (em que uma grande quantidade de sinais de rádio vão ser analisados) e outro de "comunicação", onde se incluem prémios monetários avultados para os autores das melhores mensagens digitais a representar o planeta Terra. Para além disso, o projeto também vai contar com uma pesquisa detalhada de transmissões de laser óptico e a colaboração de dois dos mais potentes telescópios do planeta.

A iniciativa vai, ainda, fazer uso do projeto SETI@Home, um dos mais conhecidos projetos voluntários de procura por vida inteligente. O projeto vai ser 50 vezes mais detalhado que pesquisas anteriores e irá cobrir dez vezes mais espaço, garantem os organizadores. Fazendo uso do poder de software aberto e das redes sociais, a equipa conta coleccionar num dia os dados que, anteriormente, demorariam um ano a conseguir obter. Se, com todo o arsenal disponibilizado nesta iniciativa, não se encontrar resultados num curto espaço de tempo, esse facto também poderá ser importante, garante Stephen Hawking. "Não provará que estamos sozinhos, mas vai encurtar bastante as possibilidades", diz.

"Mas não há maior pergunta do que esta. Está na hora de fazermos um real comprometimento em encontrar uma resposta para a nossa procura de vida para além da Terra", remata.

fonte: jn.pt

terça-feira, 7 de julho de 2015

Pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov

Estes cientistas dizem que pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko


De acordo com dois cientistas do Reino Unido, pode haver vida no Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que está atualmente sendo explorado pela sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia (ESA). Eles alegam que algumas características da superfície do comenta poderiam ser explicadas pela presença de micro-organismos abaixo da crosta deste corpo celeste. É uma visão radical e controversa, mas os astrobiólogos Max Wallis, da Universidade de Cardiff e Chandra Wickramasinghe, diretor do Centro Buckingham para Astrobiologia, alegam que dos dados enviados pela missão Rosetta apoiam sua teoria de que o cometa poderia abrigar alguma forma de vida.

“Essa é a conclusão que chegamos“, disse Wickramasinghe durante um telefonema.

Wickramasinghe argumenta que os cometas poderiam transportar a vida através da galáxia; uma teoria que teria grandes implicações para as nossas origens e a natureza da biologia.  “As implicações seriam que a vida é verdadeiramente um fenômeno cósmico, não restrito à Terra“, disse ele. A sonda Rosetta, da Agência Espacial Europeia, tem estado na cola do Cometa 67P por anos, e atingiu as manchetes no ano passado, quando começou a orbitar o cometa, pousando a sonda Philae com sucesso em sua superfície.

Imagem do cometa em 26 de junho. Crédito: ESA/Rosetta/NAVCAM.

Dados dos instrumentos da sonda que está orbitando e da que pousou estão começando a ser publicados e iremos saber mais a respeito do cometa.  Encontramos compostos orgânicos e sabemos que a superfície escura do 67P está infestada de crateras e rachaduras. O modelo de Wickramasinghe e Wallis propõe que a biologia sob a superfície gelada do cometa poderia produzir gases que são forçados pelas rachaduras da superfície e abastecem os materiais orgânicos.  Num telefonema, Wickramasinghe comparou o processo ao “apodrecimento de alimentos numa lata que estoura quando a microbiologia ocorre e produz muito metano e outros gases“.

“O total da geometria do cometa, temos argumentado, é devido aos processos deste tipo”, disse ele.  Os pesquisadores publicaram um trabalho relacionado à sua teoria no  Journal of Astrobiology and Outreach,e Wallis o apresentou para a Reunião Nacional de Astronomia da Sociedade Astronômica Real, no País de Gales. Eles afirmam que a vida em questão seria do tipo extremófilo – um organismo que pode sobreviver em condições extremas.  No trabalho eles escrevem que, “apesar dos micro-organismos provavelmente requererem corpos de água líquida para sua antiga colonização do cometa, eles podem habitar as rachaduras no gelo e neve na sub-crosta, especialmente se eles contêm sais anticongelantes e biopolímeros.

Mas esta tese não é amplamente aceita.

Matt Taylor, cientista de projeto da missão Rosetta da ESA, disse num e-mail que, “dadas as condições de radiação e as temperaturas muito, muito baixas, bem abaixo de -70 nas superfícies iluminadas pelo Sol, eu não vejo isto como sendo uma possibilidade, e não está claro para mim a quantidade de evidência dando respaldo à esta alegação“. Ele ainda adicionou que não está “ciente disso ter muito, se qualquer, apoio da comunidade Rosetta“, e que ele acredita mais na “pletora de trabalhos vindos da missão, por centenas de cientistas de cometas, cujos resultados têm passado pelo processo de revisão de colegas“.

Não há instrumentos nas sondas Rosetta ou Philae para expressamente procurar por vida; somente por materiais orgânicos. Wickramasinghe tem trabalhado por muito tempo na ideia de que cometas poderiam abrigar a vida.  Ele trabalhou com o falecido astrônomo britânico, Sir Fred Hoyle, na hipótese da panspermia, a qual teoriza que a vida na Terra teria sua origem no espaço.

As tentativas anteriores de Wickramasinghe de fornecer evidência sobre a panspermia não convenceu a comunidade científica.

Uma teoria menos controversa – uma que é reconhecida pela ESA como algo que poderia ajudar a sonda Rosetta – é que cometas como o 67P poderiam ter trazido moléculas à Terra que teriam agido como ‘blocos para a construção da vida’, ao invés de trazerem a vida por si mesma: moléculas orgânicas complexas que poderiam ter sido as precursoras dos aminoácidos e então terem “semeado” a vida, tal como a conhecemos.

Wickramasinghe reconhece que a proposta da existência de vida no 67P seria contestada pelos críticos, mas culpou o que ele chamou de “uma relíquia da era pré-Copérnica” que favorece a ideia de que a vida está centrada na Terra.

Fonte: motherboard.vice.com

quinta-feira, 21 de março de 2013

Terremoto é detectado do espaço


Terremoto é detectado do espaço por nave europeia


Sons no espaço

Os satélites eram já usados para mapear mudanças na superfície da Terra causadas por terremotos, mas até agora nunca se tinham sentido no espaço as ondas de som de um sismo.Agora, o GOCE - o hiper-sensível satélite de gravidade da ESA - acrescentou um novo item à sua lista de sucessos. Além de ser considerada a nave espacial mais bonita já lançada pelo homem, a sonda foi a responsável pela geração do primeiro mapa da gravidade da Terra. Os tremores de terra criam ondas sísmicas que viajam através do interior da Terra. A novidade é que os grandes terremotos também fazem vibrar a superfície do planeta, como se fosse um tambor. Isto produz ondas sonoras que se deslocam para cima, através da atmosfera. A amplitude dessas ondas muda de centímetros, na superfície da planeta, para quilômetros na alta atmosfera, a altitudes de 200 a 300 quilômetros. Apenas as ondas sonoras de baixa frequência - os infrassons - chegam a estas alturas. Isto causa movimentos verticais que expandem e contraem a atmosfera por aceleração das partículas de ar.

Terremoto detectado no espaço

No dia 11 de março de 2011, 20 mil pessoas morreram pelo terremoto e pelo tsunami que devastaram a costa nordeste do Japão. Novos estudos dos dados do GOCE revelaram agora que o terremoto também foi sentido no espaço. Desde que foi lançado, em 2009, o GOCE tem mapeado a gravidade da Terra com uma precisão inigualável, sendo o satélite de observação de órbita mais baixa: a cerca de 270 quilômetros de altitude, ele atravessa resquícios de atmosfera. tendo inclusive que lidar com a resistência do ar. Para isso, a sonda conta com um motor iônico que compensa instantaneamente qualquer efeito da resistência do ar rarefeito, gerando impulsos cuidadosamente calculados - essas medições são realizadas por acelerômetros muito precisos. Enquanto as medições garantem que o GOCE permanece ultra-estável em sua órbita baixa, de forma a realizar medições inéditas da gravidade da Terra, a densidade atmosférica e os ventos verticais ao longo do seu caminho podem ser inferidos a partir de dados do propulsor e do acelerômetro. Explorando os dados do GOCE ao máximo, os cientistas descobriram que o GOCE detectou as ondas sonoras do terremoto que atingiu o Japão em 2011.


Sismômetro espacial

Quando a sonda espacial passou através das ondas sonoras do terremoto, seus acelerômetros detectaram os deslocamentos verticais da atmosfera de um modo semelhante ao que é feito por um sismômetro na superfície da Terra. Foram observadas também variações na densidade do ar. "Os sismólogos estão muito entusiasmados com esta descoberta, porque eles eram praticamente os únicos pesquisadores das Ciências da Terra que não tinham um instrumento de medida no espaço que fosse comparável aos existentes em terra," disse Raphael Garcia, do Instituto de Investigação em Astrofísica e Planetologia, na França. 

"Com esta nova ferramenta, eles agora podem começar a olhar para o espaço para perceber o que está acontecendo embaixo dos seus pés," concluiu.

Fonte: inovacaotecnologica

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Equipa portuguesa que procura matéria escura fica sem apoio da FCT

Investigadores da Universidade de Coimbra estão envolvidos desde 2004 num dos mais importantes projectos internacionais.

A experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura
Desde 2004, que uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC) está envolvida no projecto internacional Xenon 1 Tonelada, que tem como objectivo a detecção directa e a caracterização da matéria escura do Universo. Depois de oito anos de trabalho e publicações na «Physical Review Letters», a equipa recebeu a notícia, no final do ano passado, que não iria ter financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) para os anos 2014-2016. José Matias Lopes, coordenador dos cinco investigadores do Departamento de Física da UC envolvidos neste projecto, já manifestou o seu descontentamento face a esta situação, até porque, se tudo correr como esperado, em breve a matéria escura será detectada, o que pode dar o Nobel a quem está à frente da investigação, neste caso, Elena Aprile, coordenadora, na Universidade da Columbia, desta investigação internacional. O cientista, citado pelo «Jornal de Notícias», explica que quem avaliou o projecto em nome da FCT não entendeu a maior parte das questões técnicas e não avaliou o mérito da equipa.
Envolvendo 54 investigadores de 14 instituições de nove países, a experiência Xenon 1 T consiste num poderoso detector de matéria escura, com 62 quilogramas de xénon líquido hiper-puro, colocado no laboratório subterrâneo de Gran Sasso, em Itália. O detector está debaixo de 1300 metros de rocha para que a intercacção da radiação cósmica seja drasticamente reduzida. 

Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia


Supercometa poderá brilhar tanto quanto a Lua Cheia

Maior cometa já visto da Terra

Se o final do ano de 2012 foi pleno de tensão para muitos crentes em catástrofes, 2013 promete não acabar sem sua própria dose de expectativas no ar - ou no espaço. 


Astrônomos descobriram aquele que poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra. O supercometa, chamado ISON - ou C/2012 S1 - foi descoberto em Setembro por Vitali Nevski (Belarus) e Artyom Novichonok (Rússia). Ainda é cedo para determinar sua trajetória com exatidão, o que é necessário para calcular seu brilho aparente. Mas os mais entusiasmados afirmam que o supercometa ISON poderá ser tão brilhante quanto a Lua Cheia, podendo até mesmo ser visível a olho nu. Sua aproximação máxima do Sol ocorrerá no dia 29 de Novembro de 2013, cálculo feito com uma margem de erro de um dia.

Cometa estreante

Os cometas normalmente "se acendem" - começam a reagir ao calor do Sol e refletir sua luz - quando atingem uma distância de 2,5 au (unidades astronômicas, cerca de 375.000.000 de quilômetros). O ISON atingirá essa distância em Agosto de 2013, quando começará a ser observado pelos astrônomos com a ajuda de telescópios. Só então as estimativas sobre o seu brilho real começarão a ser dignas de crédito. Depois de sua aproximação máxima do Sol - pouco mais de 1.000.000 de km - o supercometa terá sua maior aproximação da Terra - algo em torno de 64.500.000 km - no dia 28 de Dezembro. Isso se ele não for destruído ou mesmo se vaporizar inteiramente na sua passagem perto do Sol. Os astrônomos acreditam que o ISON é um cometa estreante, sendo esta sua primeira viagem ao interior do Sistema Solar, provavelmente vindo das profundezas da Nuvem de Oort.

Matéria no buraco negro

Mas o supercometa não será a única atração de fogos de artifícios cósmicos que brindará o término de 2013. Uma nuvem de gás três vezes maior do que a Terra está se aproximando do buraco negro supermaciço que fica no centro da Via Láctea. Como o buraco negro, chamado Sagittarius A*, está a meros 25 anos-luz da Terra, esta será uma oportunidade sem precedentes para que os astrônomos observem o que acontece quando a matéria é absorvida por um buraco negro. Neste caso, porém, o espetáculo não será visto a olho nu porque não deverá emitir radiação na faixa visível ao olho humano - os astrônomos esperam observar tudo no comprimento de onda dos raios X.

inovacaotecnologica.com

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Descoberta de novos exoplanetas nas zonas habitáveis de suas estrelas

Descoberta de novos exoplanetas nas zonas habitáveis de suas estrelas


Voluntários da Universidade de Oxford, fizeram uma nova descoberta de 15 novos exoplanetas que orbitam as zonas habitáveis das suas estrelas.

O número total de planetas em zonas habitáveis é 34, onde a temperatura é a ideal para manter a água no estado líquido. A nova descoberta sugere que possa haver uma gama de todos os tipos de mundos, com habitat diferente do nosso, potenciando o abrigo de vida nessas regiões. “Há uma obsessão [da comunidade astronômica] para encontrar planetas do tamanho da Terra, mas o que estamos a descobrir, com planetas como o PH2 b, é muito mais estranho“, declarou o Dr. Chris Lintott, da Universidade de Oxford.  “Júpiter tem várias grandes luas ricas em água – imagine se arrastássemos aquele sistema para a zona morna confortável, onde a Terra está.  Se tal planeta tivesse luas do tamanho da Terra, não veríamos Europa e Calisto, mas mundos com rios, lagos e todos os tipos de habitats – um cenário surpreendente que pode ser bem comum [no universo].Estamos assistindo ao nascimento de uma nova era no projeto de Caçadores de Planetas, onde nossos voluntários parecem ser pelo menos tão eficientes para encontrarem planetas orbitando em zonas habitáveis de suas estrelas, quanto os algoritmos dos computadores”, disse a Professora Debra Fisher, diretora do Planethunters (Caçadores de Planetas), da Universidade de Yale. “Agora, a caçada não envolve só velhos exoplanetas – os voluntários estão almejando os mundos habitáveis“. O Dr. Ji Wang, também da Universidade de Yale, disse: “Podemos especular que o PH2 b pode ter luas rochosas que poderiam ser apropriadas para a vida.  Eu mal posso esperar pelo dia que os astrônomos relatarem a detecção de vida em outros mundos, ao invés de somente localizarem ambientes potencialmente habitáveis.  Isso pode acontecer a qualquer momento agora“. Estes são candidatos a planetas que escaparam através da peneira dos astrônomos profissionais e foram resgatados pelos voluntários na frente de seus navegadores web. “Em geral, temos demonstrado que não somos tão únicos, como pensávamos.  Nosso sistema solar proximamente se parece com outros sistemas planetários observáveis dentro de nossa galáxia.  Desta forma, nossos resultados servem para corroborar outros resultados de pesquisas, os quais indicam que planetas similares à Terra são mais comuns no universo do que previamente se acreditava“, disse o Professor Martin Bizzarro, diretor do Centro para Formação de Estrelas e Planetas, da Universidade de Copenhagen.

Fonte: dailygalaxy

domingo, 4 de novembro de 2012

Astrônomos calculam velocidade do Sistema Solar


Astrônomos calculam velocidade do Sistema Solar


Os astrônomos refizeram os cálculos da massa da matéria escura, da velocidade e da órbita do Sistema Solar.

Órbita do Sistema Solar

Há poucos dias, astrônomos aumentaram a precisão da constante de Hubble, que mede a taxa de expansão do Universo.Agora, uma equipe de astrônomos japoneses fez novas medições de nossa própria galáxia, o que levou a um refinamento da massa da matéria escura presente na Via Láctea.


Eles chegaram a duas conclusões principais.

A primeira é que a distância do nosso Sistema Solar até o centro da galáxia é de 26,1 anos-luz - um ano-luz é uma medida de distância, que equivale a aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros. A segunda conclusão é que a velocidade imposta ao Sistema Solar pela rotação da galáxia é de aproximadamente 240 km/s. Isso significa que leva 200 milhões de anos para que o Sistema Solar complete uma "órbita" em torno do centro da galáxia.

Massa da matéria escura

O valor agora medido de 240 km/s é conhecido como V0. O valor atualmente aceito para o V0 é de de 220 km/s, tendo sido estabelecido pela União Astronômica Internacional em 1986. Em geral, a velocidade de rotação da galáxia é determinada pelo equilíbrio com a gravidade galáctica - assim, medir a rotação da galáxia equivale a medir a massa da galáxia. 

Imagem da Via Láctea como ela fosse vista de cima, e a distribuição das 52 estrelas usadas nas medições. 

Quando os dados da nova pesquisa foram usados para recalcular o valor de V0, os astrônomos verificaram que a massa de matéria escura na Via Láctea é 20% maior do que o valor aceito hoje. Segundo os pesquisadores, esse valor tem impacto direto sobre os experimentos que vêm tentando, até agora sem sucesso, detectar partículas de matéria escura. Mareki Honma e seus colegas do Observatório Nacional do Japão usaram o projeto VERA (VLBI Exploration of Radio Astrometry) para medir as distâncias precisas e o movimento de 50 objetos celestes para obter o ganho de precisão.

Tempestades Solares – A Ameaça ao Planeta Terra


Tempestades Solares – A Ameaça ao Planeta Terra (Especial BBC – 2012)

As tempestades solares têm causado muita controversa mesmo entre os cientistas.  Apesar de sua intensificação nos últimos anos, alguns as descartam como sendo somente resultantes de um ciclo de atividade solar, o qual irá gradativamente se acalmar, até que recomece novamente.  Contudo, há quem ache que estas atividades estejam superando a normalidade. Assista abaixo um especial da BBC sobre este tema, em HD.  

Sinopse: Há um novo tipo de clima que nos causa preocupação, e tem origem na nossa estrela. Os cientistas esperam ajustamentos na atividade violenta do Sol que vai expelir bilhões de toneladas de gás superaquecido e fluxos de energia em direção ao nosso planeta. E têm a potência suficiente para colapsar a nossa civilização tecnológica atual – e.g. em 1989, uma tempestade solar foi a causa de um apagão na cidade canadense de Quebec. Horizon reuniu os homens do clima espacial que tentam prever o que poderá estar a caminho, e organizações como a National Grid, que se preparam para tempestades solares iminentes.


(ativar a legenda em português no botão da barra inferior direita do quadro do vídeo.) 


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Halo de gás quente

Halo de gás quente pode explicar matéria perdida do Universo

Um estudo feito por um grupo internacional de astrônomos encontrou indícios de que a Via Láctea está envolta por um enorme halo de gás quente. 

A formação se estende por centenas de milhares de anos-luz e tem massa comparável com a soma das massas de todas as estrelas da galáxia. O estudo foi conduzido a partir de observações feitas por meio do Chandra, o observatório de raios X da NASA. Se a dimensão e a massa do halo de gás forem confirmadas, isso poderá resultar em uma explicação para o problema conhecido como "bárions perdidos da galáxia".
Matéria bariônica
Bárions são partículas, tais como prótons e nêutrons, que compõem mais de 99,9% de toda a massa de átomos existente no Universo. Matéria bari representa a matéria tal como nossos sentidos a captam, diferentemente de outros componentes do Universo, como a matéria escura e a energia escura. Medidas de halos de gases e de galáxias extremamente distantes indicaram que a matéria bariônica presente quando o Universo tinha apenas 4 ou 5 bilhões de anos representava cerca de um sexto da massa e da densidade da matéria não observável - também chamada de matéria escura. É importante notar que "matéria não observável" é diferente de matéria ainda não encontrada: mesmo que a matéria bariônica seja perfeitamente detectável pelos nossos instrumentos, uma porção significativa dessa "matéria normal" ainda não foi encontrada.
É aí que o novo estudo mostra a sua importância.
Um censo feito recentemente estimou o total de bárions presente nas estrelas e gases na Via Láctea e em galáxias vizinhas. O resultado apontou que pelo menos metade dos bárions simplesmente não estava presente. Outros estudos haviam indicado que a Via Láctea e suas vizinhas estariam envoltas em gases com temperaturas que variam aproximadamente entre 100.000 e 1 milhão de graus Celsius. O novo estudo sugere que o halo em torno da Via Láctea pode ter até 2,5 milhões de graus - centenas de vezes mais quente do que a superfície do Sol.
Matéria perdida do Universo
Os cientistas também concluíram que a massa de gás do halo é equivalente à massa de mais de 10 bilhões de vezes a do Sol. E pode ser ainda maior, chegando a 60 bilhões de vezes a do Sol. A pesquisa feita por Anjali Gupta, da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, aponta uma possibilidade para a dúvida de onde foram parar os bárions perdidos na Via Láctea: eles estariam escondidos no halo que envolve a galáxia. E a densidade estimada do halo é tão pequena que halos em outras galáxias podem ter escapado das observações dos astrônomos até hoje. Lançado em 1999, o Chandra é um dos quatro Grandes Observatórios da NASA, ao lado do Hubble, do Compton (de raios gama) e do telescópio espacial Spitzer.
Fonte: inovacaotecnologica.com.br

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Lua azul

Esta sexta-feira a Lua vai ser azul, ou quase

Esta sexta-feira vai haver “lua azul”: uma Lua Cheia pela segunda vez no mês.

É raro haver duas Luas Cheias durante um mês e o nome deste fenómeno até teve uma pergunta no jogo Trivial Pursuit em 1986. Quem respondeu correctamente nessa altura, já tinha abraçado o termo que tinha acabado de entrar na cultura popular. Por vezes, a Lua fica mesmo luas azulada, explica a NASA. Durante a explosão do Krakatoa, em 1883, a Lua ficou desta cor por causa das cinzas lançada pelo vulcão da Indonésia. As partículas eram tão grandes que desviavam as ondas luminosas que dão a cor do vermelho, e o efeito funcionou como um grande filtro azul que mudou a cor da Lua. A NASA explica que nesta sexta-feira a “lua azul” poderá mesmo mudar de cor. “Neste mês seco e quente, tem havido bastantes incêndios florestais nos Estados Unidos. Se algum deles produzir uma dose extra de partículas com um micrómetro de tamanho, a Lua Cheia pode realmente tornar-se azul”, explica a agência espacial norte-americana. O ciclo lunar é de 29 dias e meio, está fora do compasso das 12 divisões mensais do ano. Por isso, muito raramente, calha há duas Luas Cheias num único mês. A primeira ocorreu a 2 de Agosto, a próxima é amanhã, mas só se vai ver depois de a Lua nascer, por volta das 19h47. 

Descoberta molécula de açúcar

Descoberta molécula de açúcar perto de uma estrela
 
Um dos elementos fundamentais da vida pode estar no caminho de um planeta.

O Observatório Europeu do Sul (ESO) anunciou a descoberta de moléculas de açúcar à volta de uma estrela. Com o radiotelescópio ALMA, situado no deserto de Atacama, no Chile, os cientistas conseguiram captar moléculas de glicolaldeído (C2H4O2) no gás que rodeia a estrela binária jovem IRAS 16293-2422, que tem uma massa semelhante à do Sol e situada a 400 anos-luz da Terra. Esta molécula já tinha sido descoberta no espaço, mas esta é a primeira vez que é localizada tão perto de uma estrela deste tipo, a uma distância equivalente à que separa Urano do Sol. O estudo sobre este achado será publicado no «Astrophysical Journal Letters».  “No disco de gás e pó que rodeia a estrela, encontrámos glicolaldeído, uma forma simples de açúcar, não muito diferente da que pomos no café”, explica Jes Jørgensen (do Niels Bohr Institute, Dinamarca), autor principal do artigo. A molécula participa na formação de RNA, que, tal como o DNA, com o qual está relacionado, é um dos ingredientes fundamentais para haver vida. “As observações revelam que as moléculas de açúcar estão a ir em direcção a uma das estrelas do sistema”, indicou Cécile Favre, da Universidade de Aarhus (Dinamarca). As moléculas “não só estão no lugar indicado para encontrarem o caminho para um planeta como também vão na direcção correcta. A descoberta demonstra que os elementos essenciais à vida estão no momento e no lugar certo para poderem existir nos planetas que se formam à volta da estrela”. Os investigadores interrogam-se sobre o quão complexas podem chegar a ser estas moléculas antes que se incorporem em novos planetas. “Responder a esta questão pode dar uma ideia de como a vida pode nascer noutros lugares”, acredita Jørgensen.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Reação química espacial


Descoberto novo tipo de ligação química no espaço


Cientistas descobriram a possibilidade de um novo tipo de ligação química, mantida por campos magnéticos extremamente fortes.

A reação não poderia ocorrer nas condições naturais da Terra e nem mesmo do Sistema Solar inteiro: ela só ocorre nas proximidades de estrelas de nêutrons ou anãs brancas. Na Terra, os átomos se ligam por ligações covalentes, ou ligações de hidrogênio - quando eles compartilham elétrons - ou por ligações iônicas - quando a atração eletrostática faz com que íons de cargas opostas se juntem. No novo tipo de ligação, que Kai Lange e seus colegas da Universidade de Oslo, na Noruega, chamaram de ligação paramagnética, é o magnetismo que mantém os átomos coesos.

Curvatura do espaço-tempo

Universo pode ter singularidade não prevista por Einstein

A teoria da relatividade geral de Einstein estabelece que corpos de grande massa curvam o tecido do espaço-tempo, sendo essa curvatura um efeito que conhecemos como força da gravidade. Isso significa que Einstein considerava que o tecido do espaço-tempo é originalmente plano em um dado local.

Mas pode não ser bem assim.

É o que propõem Moritz Reintjes e Zeke Vogler (Universidade de Michigan) e Blake Temple (Universidade da Califórnia, em Davis). Segundo eles, há uma outra forma de criar ondulações no tecido do espaço-tempo. "Nós demonstramos que o espaço-tempo não pode ser localmente plano em um ponto onde duas ondas de choque colidem," explicou Temple. "Isto representa um novo tipo de singularidade na relatividade geral".

Singularidade

Os físicos chamam de singularidade o núcleo de um buraco negro, onde a curvatura do espaço-tempo atinge valores extremos, algo que as equações da física não contemplam. De forma mais geral, uma singularidade é um pedaço do espaço-tempo que não pode parecer plano em nenhum sistema de coordenadas. Segundo a relatividade geral, a gravidade é tão forte perto de uma singularidade que o espaço-tempo se distorce.

Estrelas mais brilhantes do Universo vivem em pares

Estrelas mais brilhantes do Universo vivem em pares

Um novo estudo que utilizou o Very Large Telescope (VLT) do ESO mostrou que a maioria das estrelas brilhantes de massa muito elevada, responsáveis pela evolução das galáxias, não vivem isoladas.

Quase três quartos destas estrelas têm uma companheira próxima, muito mais do que se supunha anteriormente. Surpreendentemente, a maior parte destes pares interagem de modo violento, ocorrendo, por exemplo, transferência de massa de uma estrela para a outra. Pensa-se que cerca de um terço destes pares acabará por se fundir, formando uma única estrela. A descoberta, publicada na revista Science desta quinta-feira, utilizou o VLT (Very Large Telescope) do ESO.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Universo primitivo

Novo radiotelescópio quer capturar sinais do Universo primitivo

Projecto Murchison Widefield Array (MWA) conta com os sistemas de computação

Um novo tipo de radiotelescópio que quer capturar as ondas de rádio de baixa frequência vindas do espaço profundo, bem como as voláteis condições atmosféricas do Sol, está a ser implementado por um consórcio internacional do qual fazem parte 13 instituições da Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos e Índia. O projecto Murchison Widefield Array (MWA) conta agora com os sistemas de computação «iDataPlex dx360 M3», da IBM. Os sinais serão capturados por 4096 antenas dipolo do telescópio, posicionado no deserto australiano, e continuamente processados pelo cluster de computação iDataPlex dx360 M3 que irá converter as ondas de rádio em imagens de largo espectro do céu, com clareza e detalhe sem precedentes.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Descoberta galáxia

Descoberta galáxia em espiral semelhante à Via Láctea 

Astrónomos que observam o céu longínquo descobriram  por acaso nos telescópios uma galáxia em espiral semelhante à Via Láctea,  mas única no seu género a uma tal distância da Terra, divulgou hoje a edição  da revista britânica Nature.

"É verdadeiramente um acidente. O nosso grupo desenvolvia um estudo  sobre as galáxias de estrelas, que  datam do início do universo", a cerca  de 10,7 mil milhões de anos-luz, contou à agência noticiosa francesa AFP  a astrónoma Alice Shapley, da Universidade da Califórnia de Los Angeles. "E eis que, sem avisar, a BX442 surgiu na imagem com a sua estrutura  em espiral", afirmou.

Foi no telescópio espacial Hubble que Alice Shapley e os colegas descobriram  a BX442 entre 300 outras galáxias muito longínquas, com "uma forma assim  bela".  É uma descoberta única, dizem os astrónomos, que pensavam impossível  entre as galáxias datando de cerca de três mil milhões de anos após o Big  Bang.

Os astrónomos, que publicaram a descoberta na Nature, disseram ser importante  continuar a estudar a BX442. 

Fonte:sicnoticias.pt

O mais pequeno planeta extra-solar

O mais pequeno planeta extra-solar será uma bola de fogo

Se um dia teve atmosfera, já a perdeu e a sua superfície será agora um tição. Outra possibilidade é ser uma bola de fogo, com a superfície derretida, por estar muito perto da estrela que orbita. 

Este é o novo planeta que acaba de ser descoberto noutro sistema solar: só tem dois terços do tamanho da Terra e encontra-se apenas a 33 anos-luz de nós. Os planetas extra-solares orbitam outras estrelas que não o Sol. O primeiro foi descoberto em 1995, por uma equipa suíça, e desde então o número de planetas extra-solares detectados já anda perto dos 800. Inicialmente, os instrumentos só conseguiam detectar grandes monstros gasosos, como os “nossos” Júpiter e Neptuno. Mais tarde, encontraram-se planetas rochosos como a Terra, e cada vez mais o seu tamanho se aproxima do da Terra. Até agora, refere um comunicado de imprensa da agência espacial norte-americana NASA, somente se encontraram “uma mão cheia” de planetas mais pequenos do que o nosso.  Este, cuja descoberta foi anunciada nesta quarta-feira, foi apanhado por um telescópio espacial da NASA. Kevin Stevenson, da Universidade da Florida Central, nos EUA, e a sua equipa estavam a estudar um outro planeta que, além de gigante e gasoso como Neptuno também é quente por se encontrar muito perto da estrela, a GJ 436, quando se depararem com indícios de outra presença nesse sistema solar. A desconfiança de que havia outro planeta em órbita da GJ 436 deveu-se à detecção de uma pequena diminuição do brilho da luz da estrela. Ao olhar para os dados já recolhidos pelo telescópio Spitzer, guardados em arquivo, a equipa verificou que essa diminuição de luz era periódica. Alguma coisa andava mesmo em redor da estrela.  Os cientistas vasculharam ainda centenas de horas de observações não só do Spitzer, mas de sondas e telescópios em terra, e lá estavam as provas do planeta. Tem um diâmetro de 8400 quilómetros – ou seja, dois terços do tamanho da Terra –, o que o torna o mais pequeno alguma vez descoberto, sublinha um comunicado da Universidade da Florida Central. Mas ainda não é uma autêntica Terra que os cientistas tanto têm procurado, que, além de rochosa, estaria situada a uma distância da estrela que possibilitaria temperaturas propícias à existência de água líquida. Está tão próximo da estrela que demora apenas 1,4 dias a orbitá-la. Portanto, um ano neste planeta resume-se a 1,4 dias.  Tanta proximidade torna-o também abrasador, com as temperaturas à superfície a atingirem 600 graus Celsius, e por isso qualquer atmosfera que possa ter tido já se evaporou. Para Joseph Harrington, outro autor do trabalho, a publicar esta quinta-feira na revista The Astrophysical Journal, a superfície pode apresentar-se derretida. “O planeta pode até estar coberto de magma.”

Fonte: publico.pt

domingo, 15 de julho de 2012

Chuva Vermelha na India deixa pessoas em pânico.

Chuva Vermelha na India deixa pessoas em pânico.

Na quinta-feira, 5 de julho, 2012, por volta das 6:50 da tarde, hora local, um chuveiro misterioso de chuva vermelha caiu durante um período de  cerca de 15 minutos em Kannur, Kerala, Índia. Localidades dentro de uma área de um quilômetro, no estado indiano de Kerala foram afetados por este fenômeno, causando enchentes com chuva de sangue vermelho e roupas manchadas.

Godfrey Louis, Ph.D. e Santosh Kumar hipótese, "As células vermelhas encontradas na chuva vermelha em Kerala são considerados como um possível caso de forma de vida extraterrestre." 

Kannur, Presidente Shaija M, recolheu uma amostra da misteriosa água vermelho. "Estava escuro e tinha o cheiro de beterraba crua", afirmou. Seu primeiro pensamento foi que um animal foi morto e seu sangue tinha misturado com a água da chuva no pátio. No entanto, esta não é a primeira vez que esta "misteriosa chuva vermelha" caiu no estado de Kerala. Na verdade, tem sido relatado várias vezes durante a última década.

Em 25 julho e 23 setembro de 2001, esta "chuva de sangue vermelho" misteriosa, caiu esporadicamente em chuvas fortes em Kerala. No verão de 2006, as chuvas misteriosas vermelhas caiu uma segunda vez e ganhou ampla atenção um pouco por todo o mundo. Inicialmente, pensava-se que as chuvas misteriosas vermelhas fossem coloridas, devido à precipitação causada apartir de uma explosão de um meteorito, enquanto que um estudo encomendado pelo Governo indiano concluiu que as chuvas tinham sido colorida por esporos de algas localmente prolífica terrestre.

Dois cientistas, Godfrey Louis, Ph.D. e Santhosh Kumar da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam, propôs uma hipótese controversa, "A cor
vermelha misteriosa na chuva é causada por uma forma de vida não identificado, que não tem DNA." Em agosto de 2008, eles apresentaram os seus argumentos numa conferência de astrobiologia: "As células vermelhas encontradas na chuva vermelha em Kerala, na Índia são agora considerados como um possível caso de forma de vida extraterrestre. A composição molecular dessas células ainda está para ser identificado." No entanto, Louis e Kumar ainda não explicaram como a poeira de um meteorito poderia continuar a cair sobre a mesma área - apesar de mudanças nas condições climáticas e os padrões de vento - não apenas durante um par de meses, mas por mais de uma década.

É tudo isto mera coincidência?

A coincidência é apenas um nome para a "lei não reconhecida."

A teoria descrita descrita nesta notícia tem o nome de Panspermia. A hipótese da panspermia cósmica é uma das hipóteses acerca de como surgiram as primeiras formas de vida no planeta Terra. Essa ideia surgiu pela primeira vez no século V a.c. na Grécia, por Anaxágoras, e foi colocada novamente em evidência no século XIX por Hermann von Helmholtz, no ano de 1879. A teoria se baseia na ideia de que a vida foi trazida à Terra do espaço em meteoritos com formas de vida primárias, sendo que já foi encontrada matéria orgânica em meteoritos, e há organismos microscópicos suficientemente resistentes para, em teoria, suportar uma viagem espacial até aqui, embora as condições pelas quais passariam seriam extremas. 

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Telescopio Espacial Hubble descobre quinta lua de Plutão

Telescopio Espacial Hubble descobre quinta lua de Plutão



Utilizando imagens do telescópio espacial Hubble, um grupo de astrônomos descobriu a quinta lua do planeta anão Plutão.

Embora as imagens não sejam muito claras, os pesquisadores estimam que a lua tenha um formato irregular, medindo entre 9,5 e 24 quilômetros de extensão. Ela circunda Plutão em uma órbita circular com 93.000 km de diâmetro, aparentemente no mesmo plano das outras quatro luas já conhecidas do planeta anão.

Órbitas aninhadas

"As luas formam uma série de órbitas perfeitamente aninhadas, parecidas com bonecas russas," disse Mark Showalter, do Instituto SETI, líder da equipe. A equipe se disse intrigada em como um planeta tão pequeno pode ter uma coleção tão complexa de satélites. A teoria mais aceita é que todo o sistema é resultado de uma colisão entre Plutão e outro grande objeto do Cinturão de Kuiper, ocorrida provavelmente há bilhões de anos. A descoberta significará mudanças de planos na rota da sonda espacial Novos Horizontes, da NASA, que deverá chegar a Plutão em 2015.

Luas de Plutão

A maior lua de Plutão, Charon, foi descoberta em 1978. Em 2006, o telescópio Hubble descobriu as luas de Plutão de números dois e três: Nix e Hidra. Em 2011, foi a vez a P4, a quarta lua de Plutão, também descoberta pelo Hubble. A quinta lua de Plutão está sendo provisoriamente chamada de P5.

Fonte: inovacaotecnologica.com.br